quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Harvard, Yale e outras universidades vêm comprando bitcoin | Finanças | Tecnoblog

Algumas das mais conhecidas universidades americanas têm comprado criptomoedas, em especial o bitcoin (BTC), com seus fundos de doações. As informações foram obtidas pelo CoinDesk, que ouviu fontes anônimas e checou contas mantidas na Coinbase e em outras exchanges que pertenceriam às instituições de ensino.

Universidade de Harvard (imagem: David Mark/Pixabay)

As universidades de Harvard, Yale, Brown, Michigan e potencialmente outras compraram criptomoedas diretamente de exchanges. Segundo as informações, parte de doações aos fundos vinculados às instituições acadêmicas estão sendo convertidos em criptomoedas no momento. Esse processo estaria acontecendo por mais de um ano.

Não se trata de nenhuma atividade tecnicamente inadequada para esses fundos. Os montantes acumulados geralmente são arrecadados através de doações e de patrocínio às instituições acadêmicas. As universidades americanas aplicam parte desse dinheiro em ativos, mas essencialmente são destinados ao financiamento de pesquisas e a investimentos estruturais. A novidade está na aquisição institucional de criptomoedas.

O CoinDesk tentou entrar em contato com as universidades citadas. Yale e Brown não responderam aos pedidos de comentários. Harvard e a Universidade de Michigan se recusaram a responder às perguntas do portal. A exchange Coinbase também foi questionada sobre o assunto e se negou a comentar.

Se devidamente confirmada, a informação poderia gerar polêmica entre doadores e patrocinadores das universidades. No momento, criptoativos são alvos de opiniões polarizadas. Alguns acreditam que são uma enorme bolha especulativa. Enquanto outros veem uma grande oportunidade de investimento. O único fato estatístico é que esses ativos são de fato especulativos e por isso muito voláteis. Dessa maneira, apoiadores das instituições de ensino podem não aprovar o destino dado às contribuições.

O relatório anual da Coinbase de 2020 faz menção a doações universitárias nas transações da corretora de criptomoedas, mas não cita nomes. De acordo com uma das fontes ouvidas, alguns dos fundos de universidades podem ter mantido contas na Coinbase por até 18 meses.

Outra fonte afirma: “Pode ser desde meados de 2019”, sobre quando se iniciaram os processos de compra de criptoativos. “A maioria (das aquisições) aconteceu a pelo menos um ano. Eu acho que eles provavelmente irão discutir isso publicamente em algum momento em 2021. Eu suspeito que já teriam bons volumes de retorno”.

Com informações: CoinDesk

Sebástian Serrano, CEO da Ripio, fala sobre aquisição da Bitcoin Trade e sobre as expectativas no mercado de criptomoedas em 2021

Bitcoin (BTC) passa por valorização em dólar e real; criptomoeda atrai interesse de investidores e de empresas como o PayPal

Bitcoin atinge preço histórico em real, valorizando 250% desde o início do ano; alta está relacionada à criptomoeda em si e ao dólar

Bitcoin bate recordes em reais e em dólares nesta quinta; mercado de criptomoedas atinge capitalização de US$ 1 trilhão

Posse de Biden e rumores de erros em seu blockchain fazem bitcoin (BTC) despencar; mercado sofre desvalorização de US$ 100 bi

Comentários com a maior pontuação

Aprenda a diferença entre Bitcoin Cash e Bitcoin e a origem dessa criptomoeda

Conheça a história, o funcionamento e as vantagens dessa tecnologia

Bitcoin é menos complicado do que parece: é possível (com um certo investimento) comprar ou minerar a criptomeda

Sim: no Brasil tem como gerenciar bitcoins sem muita dor de cabeça

O site que começou no campus da universidade e, depois, conquistou usuários do mundo todo; conheça a história do Facebook

Nenhum comentário:

Postar um comentário