O Google anunciou em novembro que conteúdos do Docs passariam a contar no limite de armazenamento do Drive. A medida segue válida, mas, nesta segunda-feira (5), a empresa adiou o prazo para usuários do Workspace. Em vez de 1º de junho de 2021, como havia sido divulgado, a regra entrará em vigor em 1º de fevereiro de 2022 para esse grupo.
Google Docs (Foto: Reprodução/Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Com a decisão, documentos, planilhas, apresentações, formulários, desenhos e arquivos do Jamboard criados em contas do Workspace a partir de 1º de fevereiro de 2022 serão contabilizados no seu espaço de armazenamento. Os arquivos mais antigos contarão no limite apenas se forem atualizados a partir desta data.
A mudança no prazo para contas do Workspace vale apenas para o Google Docs. As imagens de alta qualidade armazenadas no Google Fotos passarão a contar para o limite de armazenamento a partir de 1º de junho de 2021, como já estava definido.
Segundo o Google, a prática de não contabilizar arquivos criados com suas ferramentas de edição teve que ser encerrada porque os usuários estão criando mais conteúdo do que nunca. A empresa afirma que, diariamente, são adicionados cerca de 4,3 milhões de gigabytes no Gmail, Drive e Fotos.
“Essas mudanças em nossa política de armazenamento são necessárias para fornecer aos nossos usuários uma ótima experiência e acompanhar o ritmo da crescente demanda”, explicou o Google, em seu comunicado.
Enquanto adia o prazo para o Google Docs ser contabilizado no limite de armazenamento de contas do Workspace, a empresa manteve o que estava previsto para contas gratuitas. Os documentos, planilhas e outros arquivos armazenados por quem não paga a assinatura passarão a contar para o limite já em 1º de junho de 2021.
O prazo também vale para imagens e vídeos em alta qualidade no Google Fotos. Os arquivos enviados antes da data não serão contabilizados no espaço de armazenamento, mas, os criados a partir de 1º de junho de 2021, vão consumir o espaço oferecido pela empresa.
Toma ai alguns anos de serviços grátis, fica mal acostumado a ter tudo grátis, que depois vamos cobrar tudo, apesar de minerar seus dados by Don’t be Evil
Google tá muquirana hein. Nem parece que fatura bilhões. Mas né, tem que agradar acionista e mais ninguém.
Tá maravilhoso, eu já sabia que o início da cobrança do Google fotos, seria o início do fim… Agora é os documentos, depois é mais o que? Mapas?
Eu diria: COBRA LOGO QUE GANHA MAIS…
Mas temos que lembrar que, se eles lerem isso, terão ideias “novas” KKK,
Mas sério, eu acho isso um desaforo para/com os mais pobres.
E NÃO, SE VOCÊ QUER BANCAR O ESPERTO, ESQUECE; NINGUÉM GUARDAVA FOTOS DE GRAÇA, VOCÊ ACHA QUE OS ANÚNCIOS SERVEM PARA O QUE?.. AGORA ALÉM DOS ANÚNCIOS, TEREMOS QUE PAGAR (e no caso já tô pagando o Google One)
A, MAS O NÚMERO DE PESSOAS AUMENTOU, TEM MAIS ARQUIVOS PARA GUARDAR…
Uma resposta rápida, isso é a mesma coisa, não muda o contexto, pois, se tem mais pessoas, os anúncios tem mais visualizações, e se mais pessoas verem esse anúncio, mas dinheiro o Google ganha para cuidar dos Data Centers…
É bom os planos Premium do Google? É… Mas acho que eles não precisavam cobrar por espaço, mas sim uma pequena taxa, inferior a taxa cobrada pelo Google One…
Na minha opinião, teria que pagar? Sim, o serviço deles é maravilhoso, MAS NÃO PRECISAVA COBRAR EM UM MOMENTO TÃO DELICADO; TEM MUITAS PESSOAS QUE DEPENDEM DA INTERNET (principalmente nas aulas online dos filhos, ou do estudo e/ou trabalho remoto), MAS NEM SEQUER SABEM O QUE VÃO COMER NA JANTA, POIS NÃO CONSEGUEM DINHEIRO, OU UMA AJUDA GOVERNAMENTAL…
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