Resident Evil 3 é o aguardado remake de um dos jogos mais queridos pelos fãs da franquia. Lançado em 2020 para PC, PlayStation 4 e Xbox One, o game recebeu boas críticas pelas atualizações gráficas e de jogabilidade, mas as mudanças no enredo acabaram não agradando parte dos fãs. Confira algumas dicas de como jogar Resident Evil 3 e ajude Jill Valentine a fugir do apocalipse zumbi.
Resident Evil 3 (Imagem: Divulgação/Capcom)
O combate em Resident Evil 3 é muito mais “frenético” se comparado com o de Resident Evil 2. Há mais munição disponível, e o jogador pode optar por “pregar fogo” nos zumbis com mais frequência.
Se mesmo assim a situação apertar e você precisar economizar munição, utilize a faca em um zumbi caído para certificar-se de que ele está morto, sem precisar gastar mais balas no processo.
Outra parte importante do combate é a esquiva. Jill pode “dançar” entre os zumbis e até escapar das investidas de Nemesis com essa habilidade. Só lembre-se de ficar atento ao espaço em sua volta para não deixá-la encurralada contra uma parede.
Jill Valentine e Carlos Oliveira (Imagem: Divulgação / Capcom)
Mesmo em meio a um apocalipse zumbi, ainda há alguns momentos de calmaria em Resident Evil 3. Aproveite-os para vasculhar cada canto do cenário em busca de munições, ervas, armas, além de diversos itens colecionáveis.
Nessa situação, o mapa é seu melhor amigo. Ele exibe em vermelho as áreas que você ainda não visitou ou coletou todos os itens, e em azul as que já foram completadas. Sempre que possível, deixe todas as salas azuis para não perder nada importante.
Nemesis em Resident Evil 3 (Imagem: Divulgação/Capcom)
Jill tem apenas 8 espaços em seu inventário, e como em todos os jogos da franquia, cada item e arma possuem tamanhos diferentes. Gerenciar o inventário, principalmente no começo, pode ser complicado.
Para facilitar um pouco, algumas salas contém baús nos quais você pode guardar os itens que não precisa no momento. Durante o jogo, você também pode encontrar até 6 atualizações para o inventário de Jill, que adicionam 2 novos espaços cada uma.
Outra forma de usar o inventário de maneira mais eficiente é combinando itens para criar versões mais fortes ou até outros tipos de itens. Por exemplo: combinar duas pólvoras resulta em munição para a pistola; duas ervas verdes criam uma mistura potente para restaurar vida, e assim por diante.
Aglomerações não são recomendadas em nenhum tipo de pandemia, e muito menos na de zumbis. Fique atento às hordas e aproveite melhor os espaços para não ser pego de surpresa por algum morto-vivo que não está visível na tela.
Tente atrair os zumbis para perto de barris vermelhos e geradores. Os barris explodem ao serem atingidos, enquanto os geradores eletrocutam quem estiver por perto, dando tempo para recarregar a arma ou até mesmo fugir. Granadas também são úteis para controlar ou diminuir hordas, apesar de serem um pouco mais escassas.
O Nemesis é um dos inimigos mais icônicos da história dos games. Trata-se de uma poderosa arma biológica criada para caçar os agentes da S.T.A.R.S, que além de ser forte e rápida, também é equipada com um lança-foguetes.
Ele persegue Jill Valentine incansavelmente por todo o jogo, e os primeiros encontros são realmente difíceis. Geralmente, a melhor opção é esquivar-se e fugir, mas há situações em que vale a pena enfrentá-lo.
Se você estiver equipado com várias granadas em um cenário favorável, não hesite em usá-las – e se também já tiver pegado o lança-granadas, a situação fica ainda melhor. Aproveite os momentos em que ele fica vulnerável para causar mais dano e, quando derrubá-lo, corra para a caixa de suprimentos; ela contém equipamentos poderosos (como um pente maior para a pistola) para ajudar Jill em sua fuga de Racoon City.
O PlayStation 5 oferece muitos recursos que prometem facilitar a vida dos jogadores em muitos aspectos. Um desses recursos é definir a dificuldade dos jogos. Para que o jogador não precise acessar o menu de cada jogo para fazer esse tipo de ajuste, entre outros mais comuns. Por isso veja como definir dificuldade, resolução e legendas dos jogos no PlayStation 5.
PlayStation 5 (Imagem: Charles Sims/Unsplash)
Essa possibilidade de predefinir aspectos como nível de dificuldade dos jogos, legendas, resolução dos games e até mesmo controles de câmera, fazem com que o jogador crie “presets” personalizados, fazendo que o jogos sejam iniciados com as configurações que o jogador considere melhor.
Menu de configurações do PlayStation 5 (Imagem: Reprodução/PlayStation)
O console segue o padrão definido pelo jogo, mas você pode alterar isso e definir uma, entre as cinco opções. Indo de “Mais fácil” até “Mais difícil”. Claro que nem todos os jogos contam com tantas opções de dificuldade, mas o aparelho tentará definir o mais próximo possível.
Assim como na questão da dificuldade, o padrão seguido pelo aparelho é definido pelo jogo, mas pode ser alterado por você.
Essa opção é bastante útil para quem gosta de jogar com áudio original dos games, mas mantém seu console com menus em português. Para definir o padrão de áudio e legendas dos games no PS5 faça o seguinte:
Menu de legendas e áudio do PS5 (Imagem: Reprodução/ PlayStation)
Você pode seguir os padrões definidos pelo game sobre a exibição de legendas ou alterar “ativado” ou “desativado”.
A opção do áudio, pode ser definida entre a original do game ou seguir as definições do console, caso o game tenha o idioma definido pelo console como uma das opções de idioma. Em nosso caso, o português.
Agora que você conhece esses recursos, pode definir como os jogos do seu PlayStation 5 serão reproduzidos.
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The iLive Tailgate Party speaker (model number ISB380B) looks heavy, but is startlingly light. In fact, looking so much heavier than it is, I almost launched it the first time I picked it up. Knowing that heavy magnets generally mean better sound, it was a bit of an uh-oh moment. Learning it goes for a street price of just 50 bucks didn’t do much to dispel that notion.
But you know what? While the sound is strictly mediocre (it’s no Mackie Freeplay Live), it’s workable for casual occasions and because of the look, it’s fun. Okay, camp might be a better word, but it’s also decent low-cost, low-volume, super-portable party speaker and PA.
Basically, the model ISB380B (iLive has a whole series of Tailgate speakers) is the guts of a normal Bluetooth speaker transplanted into a largish body made of lightweight plastic. Its enclosure measures a little less than 10 inches at it’s widest point, around 9 inches at its deepest, and just under 17 inches at its tallest.
The ISB380B looks like a bling-laden (active RGB lighting), 80’s style boombox crossed with carry-on luggage. The latter is due to the retractable handle and wheels that allow you to pull the speaker around. It’s so over the top that it makes me smile.
Appearances aside, if you need the wheels, you need to work out. If this speaker weighs three pounds I’d be surprised. iLive doesn’t list the weight on the product page, and I didn’t have a scale accurate enough, but I was able to lift the ISB380B easily using just two fingers.
Besides the lightweight materials, there are two other likely reasons for this: a small battery that delivers only 6 hours of run time at half volume, and a small or super lightweight magnet on the 8-inch full-range speaker. As I mentioned, magnets are important with speakers.
Despite all that, this speaker is significantly more versatile than the average Bluetooth speaker. It will play back tunes via Bluetooth, from a USB stick or SD card, and it has a 3.5mm auxiliary input. There’s a high impedance 1/4-inch microphone jack as well. It even has echo so you can pretend you’re in a larger venue.
That’s all found on the front panel, which also features playback controls (next/previous/input/play/pause); the USB-C port for charging the unit; and the microphone level, volume, and echo rotary controls. There’s a single-line LCD display, so you know what track is playing.
The ISB380B produces quite a bit of volume, though it distorts a wee bit when you crank it all the way up. But it doesn’t really pump the bass. There is some—this is an 8 inch driver, after all—but perhaps not as much as most people might expect given the size and depth of the box. There’s enough to know it exists, but not enough to impel, if you know what I mean.
High and mid-range frequencies drop off in clarity as you move off center. As they’re not outstandingly clear to begin with, the sound drops from okay to a bit dull in a hurry.
Compared to cheap stuff in the past, the iLive Tailgate sounds surprisingly good. Compared to modern speakers? Meh. Put another way, forget wine and cheese while listening to Bach; beer and people conversing over the top of the tunes is more it’s target scenario. And the occasional use as a lightweight, small group PA. I was actually impressed with the way it cut through background noise.
The iLive Tailgate Party Speaker (model ISB380B) sounds mediocre at best—there’s a reason you find this and other iLive products for sale at Home Depot). But the iLive Tailgate ISB380B is easy to tote around, fun, versatile, and good enough for a good time at small gatherings. As a mini PA in particular, that’s more than expected for a $70 list price—and much more for a street price less than $50. Party on, guys.
We weren't expecting a lot given its $50 street price, but we got more than we expected. The sound isn't great, but it plays back from numerous sources and is a surprisingly decent light-duty PA.
Jon is a Juilliard-trained musician, former x86/6800 programmer, and long-time (late 70s) computer enthusiast living in the San Francisco bay area. jjacobi@pcworld.com
O ano de 2020 no Free Fire foi marcado pela chegada da Liga Brasileira de Free Fire e pico de 100 milhões de jogadores diários — Foto: Reprodução/Garena
Em substituição a Free Fire Pro League (FFPL), a Garena anunciou, em 24 de janeiro, a chegada da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) no cenário competitivo do Battle Royale. Durante o lançamento, a desenvolvedora explicou que o torneio seria dividido entre as séries A, B e C e que, inicialmente, a competição não teria a Série B, pois seria composta futuramente por equipes que se classificassem da Série C e fossem rebaixadas da Série A.
Em fevereiro, após duas rodadas, a LBFF foi suspensa devido alagamento no complexo quanta, na Vila Leopoldina, local onde acontecia a competição presencial antes da pandemia do coronavírus. A primeira etapa da LBFF foi conquistada pela equipe Team Liquid, enquanto o paulista Santos HotForex E-sports garantiu o título da inédita Série C, ambos em março.
A primeira etapa da Liga Brasileira de Free Fire foi vencida pela Team Liquid — Foto: Divulgação/Free Fire Esports BR
UBiTA banido de torneios oficiais
O jogador de Free Fire Everton “UBiTa” Lima foi banido no dia 12 de março por tempo indeterminado de todas as competições e atividades envolvendo a LBFF 2020. Na ocasião, a Garena informou que o motivo da suspensão seria o comportamento inapropriado demonstrado pelo jogador, que, até então, representava a camisa da paiN Gaming. Em seguida, a organização também anunciou o desligamento.
A infração cometida por UBiTa aconteceu entre os dias 11 e 12 de março, enquanto ele participava de uma transmissão ao vivo de Free Fire. Na live, o pro player proferiu ofensas e ameaçou um terceiro. A reincidência de Everton Lima em penalidades relacionadas ao comportamento provocou o agravamento da situação e punição.
O jogador UBiTa foi suspenso por tempo indeterminado por comportamento inapropriado — Foto: Divulgação/paiN Gaming
Em 19 de março, outro companheiro de equipe de UBiTA foi banido até o final da LBFF 2020. O jogador Vagner “VgzinNnn” Alexandre foi suspenso, de acordo com a Garena, por publicar em suas redes sociais informações que não eram verdadeiras e que depreciavam o campeonato e a organização. Diante das acusações, a paiN Gaming pediu desculpas pelo comportamento do jogador e afirmou que essa postura não condizia com seus valores. A Garena publicou comunicado no dia 10 de novembro informando que VgzinNnn está livre do ban e que UBiTA permanece sob observação dos oficiais e ainda não está liberado da suspensão.
Peaky desclassificada por fraude
A Peaky, equipe que disputaria a terceira etapa da Série A da LBFF, foi desclassificada da competição em 26 de março. A organização do torneio explicou que durante a final da Série C, que garantiu a classificação do time, alguns jogadores e técnico da equipe SKS teriam jogado as partidas nas contas dos atletas da Peaky. A prática é proibida nas competições de Free Fire.
Como punição, os jogadores e comissão da Peaky e da SKS foram suspensos até o final da temporada 2020. A SKS tinha participado recentemente da inédita Série A da LBFF e havia sido rebaixada. Como os oficiais não constataram envolvimento ou omissão dos proprietários da SKS, o time não foi desclassificado da Série B. Já com a desclassificação da Peaky, a vaga na Série A foi repassada para a nona colocada na tabela de classificação da Série C, a ONE SHOT.
Peaky foi desclassificada após atletas da SKS jogarem a final da Série C na contas dos jogadores da equipe — Foto: Reprodução/Garena Free Fire
Beta do Free Fire Max
Rumores que circulavam em março de 2020 indicavam uma nova versão do Battle Royale da Garena chamada de Free Fire Max. As informações estavam sendo divulgadas no YouTube por criadores de conteúdos da Indonésia e América Latina que estariam testando o beta do game via download de um APK. Os vídeos apresentaram o game com gráficos de qualidade superior, maior distância de visão e mais efeitos visuais. Naquela ocasião, a desenvolvedora ainda não tinha confirmado a nova versão.
Entretanto, no 24 de junho, fontes internas revelaram ao TechTudo a existência da nova versão, e que o Free Fire Max havia começado um novo beta fechado em celulares Android com no mínimo 2 GB de memória RAM. As fontes também informaram que a versão “turbinada” do FF oferece uma experiência visual mais elevada, com gráficos mais trabalhados e realistas. Esse upgrade poderá ser observado em resolução Full HD, na iluminação dos mapas e nos efeitos dos tiros e das bombas, por exemplo. Em setembro, a nova fase beta foi iniciada em mais três países: Malásia, Bolívia e Vietnã. Até o momento, ainda não há previsão de lançamento ou data de liberação do beta para o Brasil.
Free Fire Max conta experiência visual mais elevada, com gráficos mais trabalhados e realistas — Foto: Reprodução/Google Play Store
Kalahari nas ranqueadas
O mapa Kalahari foi adicionado em 26 de junho ao modo ranqueado do Free Fire. A chegada do novo campo de batalha marcou o início da 16ª temporada competitiva. O Kalahari é inspirado no deserto de mesmo nome situado no continente africano. Seu diferencial eram as áreas de relevo e campo aberto, favorecendo o combate direto e uso da barreira de gelo.
Entretanto, a novidade não agradou a grande maioria da comunidade, que pediu nas transmissões e redes sociais da Garena a retirada do mapa do modo competitivo. Em 16 de outubro, com a chegada da 18ª temporada, a desenvolvedora removeu o mapa do modo de classificação e prometeu melhoria no seu desenvolvimento e otimização. No jogo, Kalahari ainda pode ser encontrado no modo clássico e também no Contra Squad (CS) ranqueado.
NFA Legends reúne 24 times de influenciadores da comunidade do Free Fire — Foto: Reprodução/Garena
TechTudo completa 10 anos: veja o que mudou no mundo da tecnologia e jogos
Pico de 100 milhões de jogadores
Free Fire atingiu o pico de 100 milhões de jogadores diários durante o segundo trimestre de 2020. A marca foi divulgada pela Sea Limited (empresa detentora da Garena) em relatório de 18 de agosto de 2020. O documento também indicou que o Battle Royale foi o game para celular que mais arrecadou na América Latina e no Sudeste Asiático, de acordo com o portal App Annie. Com o pico de 100 milhões de jogadores, o jogo aumentou o número de players em 20 milhões em somente um trimestre.
Free Fire atingiu o pico de 100 milhões de jogadores diários em 2020 — Foto: Divulgação/Garena
Substituição do Mundial pelo FFCS
Para não colocar em risco a saúde dos jogadores durante a pandemia do coronavírus (Covid-19), a Garena substituiu o Mundial de Free Fire 2020 pela Free Fire Continental Series (FFCS). A competição foi dividida em três torneios regionais com times das Américas, Europa, Oriente Média, África e Ásia. O FFCS 2020: Americas aconteceu nos dias 21 e 28 de novembro e reuniu os melhores times da LBFF e da Free Fire League Latinoamerica. A disputa foi online e teve premiação total de US$ 300 mil (R$ 1,5 milhão). O Brasil foi representado por oito times: Cruzeiro eSports, Flamengo B4, paiN Gaming, RED Canids Kalunga, Santos e-Sports, SS E-sports, Vivo Keyd e Team Liquid, que se consagrou vencedora da competição regional.
Devido a pandemia do coronavírus, o Mundial 2020 foi substituído pelo Free Fire Continental Series 2020 (FFCS) — Foto: Divulgação/ffesports
2020 foi muito agitado para o universo dos games. Em meio à pandemia do coronavírus, o ano foi marcado pela chegada da nova geração de consoles, o PlayStation 5 (PS5) e o Xbox Series S/X, e a estreia de alguns títulos aguardados, como Cyberpunk 2077 e The Last of Us 2. Nos últimos 365 dias, no entanto, o mundo dos jogos não viveu apenas de boas notícias: de uso de crunch a afirmações infelizes, 2020 foi repleto de situações polêmicas na indústria. Veja, nas linhas seguintes, as maiores polêmicas do universo dos games neste ano.
Cyberpunk 2077 foi um dos games mais polêmicos de 2020, por seu lançamento frustrante — Foto: Divulgação/CD Projekt Red
1. Dubladora da Abby de The Last of Us Part II sofre ataques na Internet
The Last of Us 2, da Naughty Dog, foi um dos maiores lançamentos de 2020. Ao mesmo tempo em que foi muito aclamado, o jogo foi, também, um divisor de águas, sofrendo, inclusive, uma chuva de reviews negativos feitos por usuários no site Metacritic. Um dos principais motivos para tanto ódio foi a personagem Abby, dublada por Laura Bailey, que não apenas mata um personagem muito importante da saga, mas também ganha bastante destaque ao longo de toda a história, sendo jogável por quase tanto tempo quanto Ellie.
Outro alvo de críticas de alguns dos fãs do primeiro jogo foi o corpo de Abby, que tem físico bastante musculoso, considerado "inverossímil" para uma mulher em um cenário pós-apocalíptico. A controvérsia, por outro lado, levantou uma discussão interessante sobre a falta de diversidade de corpos femininos em videogames, normalmente representados por seios avantajados e curvas finas.
A personagem Abby, de The Last of Us 2, levantou a discussão sobre a representação feminina em videogames — Foto: Divulgação/Sony
Após o lançamento do jogo, Bailey recebeu, em suas redes sociais, inúmeras mensagens de ódio, incluindo até mesmo ameaças de morte, de pessoas revoltadas com a sua personagem. A atriz, no entanto, também recebeu grande suporte de outros fãs de The Last of Us e da comunidade gamer em geral, e, mesmo em meio a tantos ataques, a sequência do jogo ganhou destaque merecido, sendo nomeado o Jogo do Ano na última edição do The Game Awards.
2. Decepção com os gráficos de Halo Infinite
Durante o Xbox Games Showcase, em julho de 2020, foi exibido um trailer do aguardado Halo Infinite. Sua recepção, no entanto, não foi exatamente a esperada pelos produtores. Em poucas horas, fãs decepcionados se manifestaram no Twitter sobre os gráficos do novo jogo da franquia, e não demorou, também, para que diversos memes surgissem.
O Brute, apelidado de Craig, foi o principal alvo dos memes no trailer de Halo Infinite — Foto: Divulgação/343 Industries
Posteriormente, a 343 Industries, desenvolvedora do jogo, publicou um comunicado, afirmando que as imagens mostradas no trailer eram de uma versão mais antiga do game. Segundo a empresa, o polimento da parte gráfica sofreu um atraso devido às dificuldades do trabalho remoto, necessário durante a pandemia. Os fãs, portanto, podem aguardar uma melhoria nos gráficos de Halo Infinite até seu lançamento, aguardado para o outono de 2021.
Em agosto deste ano, a Epic Games adicionou às versões mobile de Fortnite um novo sistema de compra de V-Bucks, moeda interna do game. Com a adição, os V-Bucks comprados diretamente pelo jogo seriam 20% mais baratos, e, por se tratar de transação direta com a Epic, não ofereceria comissão às lojas App Store e Google Play. Em represália, a Apple removeu o jogo de sua loja, alegando que o recurso utilizado pela Epic não havia sido aprovado e, portanto, violava as regras.
Propaganda da Apple parodiada pela Epic faz referência ao clássico literário 1984 — Foto: Divulgação/Epic Games
A partir daí, teve início uma "guerra" entre as duas empresas que dura até agora. Além de abrir um processo contra a gigante da maçã, a Epic também fez provocações na Internet, em paródia a uma antiga propaganda da Apple, que acabou levando a hashtag #FreeFortnite aos trending topics do Twitter. Um mês depois, a desenvolvedora ainda se pronunciou sobre o caso judicial, afirmando ter sido "um passo necessário para libertar consumidores e desenvolvedores do controle anti-competitivo e caro da Apple".
Vale a lembrança de que, embora a Google não tenha dado tanto trabalho à Epic, Fortnite também foi removido da Play Store, mas pode, ainda, ser baixado por meio de outras fontes em dispositivos Android.
4. Ubisoft associa símbolo do movimento Black Lives Matter à organização terrorista em jogo
Em agosto, foi divulgado um vídeo introdutório de Tom Clancy’s Elite Squad, novo RPG mobile da Ubisoft. O game tem como vilã uma organização terrorista clandestina chamada UMBRA, que, de acordo com o teaser, promove um regime igualitário para ganhar o apoio da população. A grande polêmica é que a imagem associada à UMBRA era um punho erguido, símbolo do Black Lives Matter, movimento ativista estadunidense que luta pelo fim da violência e da desigualdade racial contra pessoas negras, e que ganhou muita visibilidade em 2020, após o assassinato de George Floyd.
Símbolo usado para representar organização terrorista em Tom Clancy’s Elite Squad é associado a movimentos ativistas — Foto: Reprodução/Kotaku
Com toda a recepção negativa gerada pelo teaser, a Ubisoft se pronunciou pedindo desculpas pelo uso “insensível e prejudicial” da imagem, removendo-a, em seguida, do jogo. Funcionários da empresa também se manifestaram contrariamente ao vídeo, afirmando que seu conteúdo era desrespeitoso e irresponsável.
5. Usuários banidos por DMCA na Twitch
Com a pandemia e um número maior de usuários online, a Twitch teve um ano bastante movimentado, sendo uma das maiores polêmicas da plataforma, em 2020, a onda de banimentos que ocorreram por infrações de DMCA (Digital Millennium Copyright Act, ou, em tradução livre, Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital). Entre os meses de outubro e novembro, diversos streamers tiveram suas contas banidas do site repentinamente, mesmo após a maioria ter corrido contra o tempo para apagar todos os VODs que pudessem conter músicas protegidas por direitos autorais.
Diversos streamers foram banidos da Twitch por usarem músicas protegidas por direitos autorais — Foto: Divulgação/Twitch
Após a suspensão de grandes nomes - entre eles, o brasileiro Felipe “YoDa” Noronha - a Twitch se pronunciou, afirmando que a frustração dos usuários banidos era justificada, e prometeu que levaria os negócios com mais transparência. Segundo o comunicado postado em seu site oficial, a plataforma começou a receber, nesses meses, um número muito maior de notificações de DMCA das gravadoras, com foco principalmente em clipes antigos.
6. Diretor criativo do Stadia afirma que streamers deveriam pagar para transmitir jogos
A discussão gerada em torno da onda de banimentos na Twitch foi motivo, ainda, para outra polêmica, após Alex Hutchinson, diretor criativo do Google Stadia, publicar em sua conta do Twitter que os produtores de conteúdo da plataforma deveriam pagar para transmitir jogos. Para ele, a preocupação dos streamers não deveria ser os direitos autorais não pagos por músicas, mas, sim, por jogos. Em um segundo tuíte, Alex ainda reforçou: “A verdade é que os streamers deveriam pagar as desenvolvedoras e publicadoras dos jogos que transmitem. Eles deveriam comprar uma licença, como qualquer empresa real, e pagar pelo conteúdo que usam”.
As publicações tiveram uma repercussão bastante negativa, com diversos influenciadores e críticos da indústria se pronunciando contra a opinião do diretor. Até mesmo o próprio Google e Ryan Wyatt, presidente do YouTube Gaming, se pronunciaram contra a afirmação de Hutchinson. Segundo afirmado por um representante da Google, “os recentes tuítes de Alex Hutchinson, diretor criativo no estúdio de Montreal para jogos e entretenimento do Stadia, não refletem as opiniões do Stadia, YouTube ou Google”.
7. Lançamento de Cyberpunk 2077 e a cultura de crunch
Após sete anos de desenvolvimento e três adiamentos, o aguardado Cyberpunk 2077 finalmente foi lançado, em 10 de dezembro de 2020. A produção do jogo, no entanto, levantou na comunidade gamer um extenso debate sobre o uso do crunch, termo referente ao período em que os desenvolvedores precisam trabalhar por muito tempo, com horas-extra obrigatórias, para cumprir determinadas metas - entre elas, a entrega do game na data marcada para o lançamento.
A prática já é comum à indústria, mas, devido às dificuldades causadas pela pandemia, foi ainda mais exacerbada em 2020. Além de Cyberpunk 2077, outros títulos renomados, como The Last of Us 2, também exigiram grandes períodos de crunch dos seus desenvolvedores - e, ainda assim, foi necessário adiar os seus lançamentos.
Durante o desenvolvimento de Cyberpunk 2077 os desenvolvedores foram forçados a horas extras de trabalho — Foto: Divulgação/CD Projekt Red
Essa exigência por agilidade, mais do que prejudicar a saúde e bem-estar dos envolvidos no projeto, já mostrou ter pouca eficiência. Após períodos de crunch, o lançamento de Cyberpunk 2077, por exemplo, foi marcado pela alta quantidade de bugs, especialmente em suas versões de console, que sofreram muitas críticas pela falta de polimento. A CD Projekt Red precisou, inclusive, pedir desculpas aos usuários pelo estado do jogo, prometendo reembolso para jogadores que se sentiram lesados. Além disso, a Sony ofereceu ressarcimento aos seus usuários e decidiu, também, retirar o game da PS Store por tempo indeterminado.
Os jogadores de Xbox One já estão acostumados a utilizar seus joysticks para todos os games. Alguns jogadores que migraram do PC, podem sentir um conforto maior sabendo como usar mouse e teclado com o Xbox One. Apesar de não serem todos os jogos e aplicativos que suportam a opção, a Microsoft oferece suporte para os controles alternativos.
Como usar mouse e teclado com o Xbox One (Imagem: Leandro Kovacs/Tecnoblog)
Os mouses USB com fio só funcionam em jogos e aplicativos selecionados que tenham habilitado a navegação do mouse. Verifique seus jogos para ver se eles oferecem a entrada do mouse.
Configurando mouse no Xbox One (Imagem: Leandro Kovacs/Tecnoblog)
Ao contrário do mouse, o teclado permite que o usuário navegue pelo menu do Xbox One. Ele tem diversos atalhos e facilita a inserção de texto no console.
O teclado no Xbox One não exige configuração para ser utilizado, basta conectá-lo a uma das entradas USB do console e ele já estará ativo.
Essa é uma questão particular das produtoras de jogos e aplicativos para Xbox One, cada uma escolhe se irá liberar o acesso destes dispositivos dentro do seu jogo. É importante verificar no site ou na própria Microsoft Store se o game possui esse tipo de suporte.
Normalmente, os jogos mais procurados para se utilizar o mouse e teclado são os FPS (First Person Shooter). Os FPS têm forte apelo nos PCs. A chance dos jogadores terem essa preferência de controle é maior nesse estilo de jogo. Alguns títulos que são conhecido por fornecer suporte a mouse e teclado:
A tendência é que com o passar do tempo, mais jogos tenham esse suporte para os dispositivos tradicionais dos PCs. A Microsoft oferecendo esse suporte aumenta as chances de conversão de jogadores para seu console. Agora que você sabe como usar mouse e teclado com o Xbox One, pesquise se o seu game favorito tem suporte e detone os adversários.
Documentais, ficcionais ou misturando os dois tipos de narrativa, as séries históricas costumam fazer sucesso entre o público. Nos streamings, elas também têm seu lugar garantido, e aqui você confere 10 séries históricas na Netflix, que além de imperdíveis, abordam momentos, lugares e pessoas importantes do passado.
The Crown (Imagem: Divulgação / Netflix)
Programada para terminar em sua sexta temporada, The Crown foi a vencedora do Globo de Ouro 2017 de melhor série dramática. Apesar das pitadas de ficção, sua história mostra de maneira bastante verídica o reinado da rainha Elizabeth II do Reino Unido, desde o final dos anos 40 até o início do século XXI.
Versailles (Imagem: Divulgação / Netflix)
Produção de estrondoso orçamento, Versailles teve algumas de suas cenas de fato gravadas no palácio. A série tem como ponto de partida a construção do castelo, mostrando histórias parcialmente reais de disputa, amor e poder que se desenvolveram ao seu redor.
The Last Kingdom (Imagem: Divulgação / Netflix)
Baseada nas obras de Bernard Cornwell, The Last Kingdom é uma série ficcional, mas que retrata eventos reais da formação do Reino Unido. Na sua trama, acompanhamos um guerreiro criado por vikings, que tem seu destino entrelaçado ao de Alfredo, o Grande, o rei de Wessex.
Os Últimos Czares (Imagem: Divulgação / Netflix)
Apesar das cenas dramatizadas, Os Últimos Czares é uma produção documental, que utiliza registros da época e falas de historiadores junto a seus momentos roteirizados. Sua história mostra a ascensão e queda de Nicolau II, último imperador da Dinastia Romanov.
Marco Polo (Imagem: Divulgação / Netflix)
Cancelada após duas temporadas, Marco Polo possui um pano de fundo baseado em acontecimentos reais, mas com liberdade criativa em sua narrativa e desenvolvimento de personagens. A produção gira em torno do famoso aventureiro, nos anos em que ele esteve na corte de Kublai Khan, na China.
Vikings (Imagem: Divulgação / Netflix)
Gravada na Irlanda, Vikings mistura histórias reais a lendas nórdicas passadas entre as gerações. Sua história acompanha o viking Ragnar Lodbork – e posteriormente seus sucessores e outras figuras lendárias – ao longo das invasões realizadas pelo guerreiro na Escandinávia Medieval.
Troia: A Queda de Uma Cidade (Imagem: Divulgação / Netflix)
Produzida pela BBB britânica, Troia: A Queda de Uma Cidade apresenta uma versão romanceada dos fatos históricos que desencadearam a Guerra de Troia. Sua trama acompanha o romance de Páris e Helena de Esparta, e os desdobramentos que levaram ao cerco e queda da cidade.
O Levante de Páscoa (Imagem: Divulgação / Netflix)
Ambientada em 1916, O Levante da Páscoa retrata um momento histórico importante da Irlanda, através de personagens fictícios. Por meio de três amigas e suas famílias, acompanhamos a rebelião ocorrida no país em busca da sua libertação do Reino Unido.
Templários (Imagem: Divulgação / Netflix)
Apesar do pano de fundo histórico, Templários é uma produção com muitas narrativas ficcionais. O seriado gira em torno dos Templários, uma ordem de cavaleiros religiosos que tentou se reestruturar 15 anos após as Cruzadas, mas só encontrou perseguição e tragédia em seu caminho.
Minissérie turca original da plataforma, Ascensão Império Otomano segue a mesma linha da produção Os Últimos Czares, recontando de maneira dramatizada fatos documentais. Na trama, sob o protagonismo de Maomé II, acompanhamos a expansão do Império Otomano até a tomada de Constantinopla.
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Baseada em livro homônimo de 1983, O Gambito da Rainha se tornou a minissérie mais assistida de todos os tempos na Netflix
Friends, Gossip Girl e Um Maluco no Pedaço saíram da Netflix para HBO Max nos EUA; streaming deve chegar ao Brasil em 2021
Filmes e séries originais da Netflix como Stranger Things, Bird Box e Dois Papas estão de graça; não é preciso fazer cadastro
Netflix contrata atores da Globo e cogita produzir novela em 2021 para adicionar ao catálogo de streaming