segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Primeira fase do open banking no Brasil é adiada pelo BC | Finanças | Tecnoblog

O Banco Central planejava iniciar o processo regulatório do open banking no Brasil nesta segunda-feira (30). Porém, na tarde da última sexta-feira (27), o órgão anunciou uma nova data para essa tarefa: 1º de fevereiro de 2021. Os motivos do adiamento? Os efeitos da pandemia de COVID-19 e a atenção que vem sendo dedicada ao Pix.

Essencialmente, o open banking consiste em um sistema que descentraliza as informações financeiras detidas por grandes operadoras, como os bancos tradicionais, para permitir que o cliente escolha que solução usar e tenha mais controle sobre seus próprios dados bancários. Assim, ele poderá integrar a sua conta corrente a serviços de fintechs, por exemplo.

Cédulas de dinheiro (foto: Marcos Santos/USP Imagens)

A expectativa é a de que o open banking — batizado pelo Banco Central como Sistema Financeiro Aberto — proporcione ampla integração entre serviços financeiros dos mais diferentes tipos. Para tanto, é necessário estabelecer regras para garantir a proteção dos dados de usuários, a segurança do sistema financeiro e o processamento consistente das operações.

É para isso que a regulamentação do open banking vai ser criada. O processo é extenso, razão pela qual foi dividido em quatro fases. A primeira seria iniciada hoje. A última seria finalizada em 25 de outubro de 2021.

No entanto, o Banco Central e o Conselho Monetário Nacional entenderam que as medidas de combate à COVID-19 impactaram os esforços de trabalho das instituições participantes. Em função disso, ambas as entidades decidiram alterar os prazos.

As adaptações em sistemas que bancos e demais empresas do setor financeiro tiveram que realizar para atender a outras ações regulatórias, com destaque para a implementação do Pix, também pesaram para a decisão.

Como já informado, a data para o início da fase 1 mudou para 1º de fevereiro de 2021. Já a nova data para a conclusão da implementação do regulamento passa a ser 15 de dezembro de 2021. Isso se não houver mais adiamentos, é claro.

Todos os detalhes a respeito da implementação do open banking no Brasil estão disponíveis na Resolução Conjunta n° 1 (PDF) do Banco Central. As novas datas foram oficializadas na Resolução Conjunta nº 2.

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Galaxy Buds Pro com cancelamento de ruído passa pela Anatel | Gadgets | Tecnoblog

O Samsung Galaxy Buds Pro já está passando pela Anatel. Os futuros fones de ouvido sem fio da Samsung foram encontrados em um sistema da Anatel sob o modelo “SM-R190” nesta segunda-feira (30), mas sem o certificado de homologação. A expectativa é que o wearable seja lançado junto com o Galaxy S21, no começo do ano que vem.

Samsung Galaxy Buds Pro passa pela Anatel (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

Os próximos fones de ouvido sem fio da marca sul-coreana estão sendo homologados pela Anatel. Pelo sistema de certificação da Agência Nacional de Telecomunicações, é possível encontrar a menção ao gadget de modelo “SM-R190” através do autocompletar nos campos de busca do site. O dispositivo, no entanto, ainda não foi aprovado pelo órgão brasileiro.

Detalhes sobre os fones de ouvido foram apresentados por órgãos reguladores de outros países, como a Indonésia, que revelou o nome do dispositivo: “Galaxy Buds Pro”. Além disso, segundo o certificado de homologação emitido pela norte-americana FCC para o mesmo modelo, o wearable terá estojo quadrado, como o Galaxy Buds Live, com bateria de 500 mAh e porta USB-C para recarga de 2,5 watts.

Entre as apostas do wearable, além da melhoria na qualidade do áudio em relação aos demais fones da marca, está o cancelamento de ruído ativo, além do modo ambiente, para deixar o som externo entrar com mais clareza. A expectativa é que o dispositivo seja lançado junto com a nova linha Samsung Galaxy S21, no começo de 2021.

Galaxy Buds Pro é certificado pela FCC (Imagem: Reprodução/SamMobile)

Com informações: GSMArena e SamMobile

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domingo, 29 de novembro de 2020

As 10 melhores séries originais da Netflix segundo a crítica | Cultura | Tecnoblog

Não restam dúvidas de que muitas séries originais da Netflix têm feito sucesso entre o público. A crítica, no entanto, também tem as suas produções queridinhas da plataforma e aqui você confere a lista das 10 melhores séries originais da Netflix segundo o Rotten Tomatoes. Todas com 100% de aprovação, mas que foram rankeadas na ordem preferida da mídia especializada em sua lista de melhores shows do streaming. 

Master of None (Imagem: Divulgação / Netflix)

Ganhadora de um Emmy, Globo de Ouro e Critics’ Choice Television Award, Master of None é co-criada e estrelada por Aziz Ansari. Com um texto afiado, a comédia acompanha um ator na casa dos 30 anos que tenta dar um rumo em sua vida profissional, enquanto lida com sua vida amorosa e suas origens indianas. 

Série mais assistida de toda a Netflix, O Gambito da Rainha é inspirada em um livro homônimo. Seu enredo mostra os passos de uma órfã que aprende a jogar xadrez no orfanato em que vive e traça um caminho de ascensão no mundo profissional do jogo. 

The Baby-Sitters Club (Imagem: Divulgação / Netflix)

Baseada em uma série de livros homônima, The Baby-Sitters Club já foi renovada para sua segunda temporada. A série teen acompanha um grupo de amigas no início da adolescência que além dos dramas pessoais característicos da idade, criam e administram juntas uma agência de babás.

Feel Good (Imagem: Divulgação / Netflix)

Produção britânica, Feel Good é criada e estrelada por Mae Martin. O show acompanha uma comediante em processo de recuperação do vício em drogas, que se joga de cabeça em um relacionamento com uma mulher que sempre se identificou como heterossexual. 

Estrelada pelo renomado chef David Chang, Ugly Delicious também está entre as melhores séries originais da Netflix! Na produção, em diferentes lugares do mundo, David apresenta a seus amigos pratos não tão bonitos, mas bastante gostosos, e que contam histórias sobre culturas, pessoas e locais. 

Série policial britânica falada em inglês e japonês, Giri/Haji é dos mesmos produtores de Chernobyl. Sua história acompanha um detetive japonês que vai para Londres em busca de seu irmão, dado até então como morto, quando descobre que ele comprou uma briga com a Yakuza.

Immigration Nation (Imagem: Divulgação / Netflix)

Gravada entre 2017 e 2020, Immigration Nation é uma minissérie documental sobre o drama vivido pelos imigrantes ilegais nos EUA. Com foco nos bastidores do Serviço de Imigração Americano, ela mostra como funcionam as apreensões e deportações do serviço, bem como a crueldade do seu sistema.

Na Rota do Dinheiro Sujo (Imagem: Divulgação / Netflix)

Com episódios independentes, Na Rota do Dinheiro Sujo é mais uma série documental da plataforma. A produção expõe corrupções corporativas envolvendo pessoas e empresas famosas, e dedica um de seus episódios à nebulosa carreira imobiliária de Donald Trump.

O Assassino Confesso (Imagem: Divulgação / Netflix)

Minissérie documental, O Assassino Confesso se debruça sobre a história de Henry Lee Lucas, serial killer que admitiu o assassinato de mais de 300 pessoas. Imagens de arquivo e depoimentos mostram seu “estrelato” durante a prisão e colocam em xeque suas confissões.

Lenox Hill (Imagem: Divulgação / Netflix)

Perfeita para quem gosta de séries médicas, Lenox Hill acompanha quatro médicos reais, de especialidades diferentes, que trabalham no renomado hospital de mesmo nome do Upper East Side. A série mostra os desafios por ele enfrentados e a dificuldade de conciliar a vida pessoal com a profissional.  

Agora é só correr dar o play!

Dados coletados em 25/11/2020. Com informações: Rotten Tomatoes

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Visual Effects for Google Meet: como instalar e usar a extensão no Chrome | Áudio e Vídeo | TechTudo

Por Marvin Costa, para o TechTudo

A extensão Visual Effects for Google Meet permite que usuários do Google Meet usem efeitos visuais na câmera durante uma reunião. A ferramenta está disponível para download no Google Chrome de forma gratuita por meio da Chrome Web Store e possibilita aplicar diferentes efeitos no vídeo. Entre as opções, é possível borrar o cenário à sua volta, alterar o contraste e até simular uma tela verde virtual, ao selecionar qualquer imagem como fundo da cena.

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Além disso, também há a possibilidade de aplicar efeitos em realidade aumentada, como adicionar óculos escuros ao próprio rosto. A seguir, confira como fazer o download e usar a extensão Visual Effects for Google Meet durante uma conferência no programa.

Tutorial mostra como aplicar efeitos na câmera do Google Meet — Foto: Marvin Costa/TechTudo

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Como instalar a extensão Visual Effects for Google Meet

Passo 1. Acesse a página de download da extensão na Chrome Web Store (chrome.google.com/webstore/detail/visual-effects-for-google/hodiladlefdpcbemnbbcpclbmknkiaem) e clique sobre o botão "Usar no Chrome";

Ação para preparar o download da extensão Visual Effects For Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Passo 2. Clique em "Adicionar extensão" para baixar e instalar a extensão em seu navegador web.

Ação para baixar e instalar no Chrome a extensão Visual Effects for Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Como usar a extensão para adicionar efeitos visuais no Google Meet

Passo 1. Acesse o Google Meet na web e clique sobre o botão "Nova Reunião";

Ação para iniciar a configuração de uma nova reunião no Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Passo 2. Será necessário iniciar a reunião para que a extensão ative os efeitos sobre a câmera do Google Meet;

Ação para iniciar instantâneamente em uma nova reunião no Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Passo 3. Clique no botão "Participar agora" para iniciar a reunião;

Ação para abrir uma reunião no Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Passo 4. Repouse o ponteiro do mouse na parte esquerda da tela para que as opções da extensão sejam apresentadas. Em seguida, clique sobre um dos ícones quadrados para ativar o efeito. É possível regular a intensidade do filtro deslizando a barra azul abaixo dos quadrados;

Ação para aplicar efeitos visuais no Google Meet usando a extensão Visual Effects for Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Passo 5. Role a barra de menu para baixo para conferir todos os efeitos visuais oferecidos pela ferramenta.

Ação para verificar outros efeitos oferecidos no Google Meet através da exxtensão Visual Effects for Google Meet — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Aproveite a dica para aplicar efeitos visuais sobre sua câmera enquanto realiza uma reunião no Google Meet.

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O que é o famoso jogo Free Fire? | Battle Royale | TechTudo

Por Leandro Eduardo, para o TechTudo

O que é o jogo Free Fire? FF é um game do gênero Battle Royale disponível para download grátis em celulares Android e iPhone (iOS), e no PC via emuladores como LD Player, BlueStacks e o MSI App Player. O jogo de tiro online da Garena ficou pronto em 22 de agosto de 2017, mas o lançamento no Brasil ocorreu apenas no dia 4 de dezembro do mesmo ano. O game é famoso por rodar até nos smartphones e PCs mais "fracos", e vai ganhar uma versão turbinada (Free Fire Max) para aparelhos mais robustos em breve.

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Em tradução direta do inglês para o português, a expressão "free fire" significa "fogo livre". Em 2020, o jogo atingiu a marca de 80 milhões de jogadores diários ativos e desde então tem se mantido na lista de mais baixados na Google Play Store. Entenda, a seguir, os modos disponíveis do Free Fire e seu cenário competitivo.

Atualização no Free Fire adiciona novo mapa Kalahari, personagem Steffie e ilha de treinamento — Foto: Reprodução/Leandro Eduardo

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Modos do Free Fire

O Free Fire conta quatro modos: clássico, ranqueado, Contra Squad e treinamento. O jogo também recebe modos temporários em alguns eventos. Veja, a seguir, mais informações sobre cada modo fixo disponível no Free Fire:

Clássico

No modo clássico, os jogadores podem jogar solo, duo ou squad nos mapas de Bermuda, Kalahari ou Purgatório. O objetivo desse modo é eliminar os adversários e tornar-se o único sobrevivente do mapa. Devido a grande quantidade de bots e jogadores iniciantes, o modo clássico é usado para treinamento de estratégias no jogo.

Ranqueado

O ranqueado é o modo competitivo do Free Fire. Nessa opção, os jogadores devem acumular pontos para evoluir de patente, mas a mecânica segue similar ao modo clássico. O modo ranqueado conta com sete patentes com suas subdivisões: Bronze (I, II, III), Prata (I, II, III), Ouro (I, II, III, IV), Platina (I, II, III, IV), Diamante (I, II, III, IV), Mestre e Diamante. Vale ressaltar que para jogar ranqueada é preciso ter nível cinco de experiência.

Contra Squad

O modo Contra Squad reúne dois squads compostos por quatro membros no mapa Bermuda ou Kalahari. O jogo é decidido em melhores de sete partidas (MD7), com rounds de um minuto e meio. No começo de cada partida, os jogadores podem comprar pistola, submetralhadora, rifle de assalto ou sniper e equipamentos de proteção, como capacete, colete e barreira de gel. O contra squad também tem modo clássico e ranqueado.

Ilha de Treinamento

A Ilha de Treinamento é um modo dedicado exclusivamente para aperfeiçoamento das mecânicas de todas as armas disponíveis no jogo e também movimentações dos jogadores. A ilha é dividida em zona de combate e o clube da mira.

Cenário competitivo

A popularidade do Free Fire também está associada ao seu forte cenário competitivo. Atualmente, o esports do jogo é movimentado por competições nacionais e internacionais, como a Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) e World Series.

Liga Brasileira de Free Fire

A Liga Brasileira de Free Fire é o principal torneio do Battle Royale da Garena no Brasil. O campeonato é dividido em três divisões: A, B e C. Em todas as séries, a pontuação é definida conforme as posições conquistadas ao fim do jogo e também os abates dos adversários. Corinthians, LOUD, Team oNe e Flamengo B4 são alguns dos participantes da LBFF.

Free Fire Worlds Series

O Free Fire World Series é o campeonato mundial do Battle Royale da Garena. O torneio reúne as melhores equipes dos principais servidores acontece duas vezes ao ano. A equipe vencedora da primeira edição, que aconteceu na Tailândia em abril de 2019, foi a EVOS Capital. Já a segunda edição, que ocorreu em novembro do mesmo ano no Rio de Janeiro, consagrou o Corinthians como ganhador da final.

Via Dot Esports e BlueStacks

DMCA na Twitch TV: entenda regras e onda de bans de streamers | Streaming | TechTudo

Por Bruna Telles, Para o TechTudo

A Twitch TV é uma plataforma de streaming de jogos que tem regras para transmissão de conteúdo protegido por direitos autorais. No caso do uso de músicas e vídeos, o descumprimento da Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital (DMCA) gerou duas ondas de bans em 2020, com dezenas de influenciadores banidos da plataforma, inclusive brasileiros. Além de deixaram os streamers preocupados, as punições geraram muitas queixas por parte da comunidade. A seguir, entenda o que é DMCA, as regras da plataforma e as polêmicas a respeito.

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Twitch baniu diversos streamers por DMCA nas últimas semanas — Foto: Divulgação/Twitch TV

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O que significa DMCA?

DMCA é a sigla para Digital Millenium Copyright Act, ou Lei de Direitos Autorais do Milênio Digital. Ela aborda os direitos e obrigações dos proprietários de material protegido por direitos autorais. A lei também trata dos direitos e obrigações dos Provedores de Serviços de Internet, e os servidores ou redes precisam respeitar essas normas nos materiais que vinculam e divulgam.

Regras na Twitch

Pensando nisso, as Diretrizes da Comunidade da Twitch têm um tópico focado em normas sobre direitos de propriedade intelectual. Segundo o texto, os streamers podem apenas compartilhar conteúdo dos quais sejam autores ou tenham autorização para compartilhar. Exemplos de conteúdos que não devem ser transmitidos na Twitch incluem materiais de outros criadores da plataforma, conteúdo de outros sites, filmes, programas de TV e músicas que não sejam de propriedade dos streamers, ou que eles não tenham os direitos para compartilhar.

Alternativas

O Soundtrack by Twitch foi a resposta da plataforma para ajudar no uso de música na Twitch — Foto: Divulgação/Twitch TV

Para filmes, a Twitch lançou em setembro o Twitch Watch Party. Com a ferramenta, os streamers podem transmitir qualquer conteúdo que está incluso na assinatura Amazon Prime da sua região. No caso das músicas, foi lançado em outubro o Soundtrack by Twitch. Trata-se de uma ferramenta criada para os streamers utilizarem músicas licenciadas nas transmissões. O programa conta com uma vasta biblioteca de músicas, fruto da parceria da Twitch com uma série de gravadoras. Entre elas destaca-se a Nuclear Blast, popular gravadora de heavy metal.

Bans

A DMCA tomou novas caras na Twitch em 2020, com duas ondas de bans na plataforma por conta do uso de conteúdos com direitos autorais. Centenas streamers tiveram VODs e clipes deletados, ou excluíram horas de conteúdo já transmitido com receio de receber a temida notificação. Outros foram punidos ainda mais severamente, com banimentos. Um exemplo é o streamer que atende por "M0xyy", que após receber dois strikes por DMCA contra o seu canal em uma semana, chegou a ser suspenso por 24 horas. O brasileiro Felipe "Yoda" também foi punido por infração de copyright recentemente.

Em seu blog oficial, a Twitch se pronunciou sobre a controvérsia no último dia 11 de novembro. Segundo texto, a plataforma segue em conversas com as gravadoras para encontrar um modelo de licenciamento musical viável para plataforma. A Twitch foi alvo de duras críticas, pois não estaria informando os streamers notificados quais conteúdos teriam infringido as regras, dificultando a remoção dos mesmos. A plataforma também admitiu que errou neste aspecto. Apesar disso, a norma da Twitch que fala sobre DMCA continua a mesma (que foi criada em 2018).

Via Twitch, AMD, DMCA, Twitch, Twitch, Engadget, Twitch, TechCrunch, PC Gamer, IGN, Screen Rant, The Loadout, Win.gg e StreamerBans

Cópia rara de Super Mario Bros. 3 é vendida por quase R$ 850 mil | Jogos de aventura | TechTudo

Por Carlos Palmeira, para o TechTudo

Uma cópia de Super Mario Bros. 3, game lançado em 1988 para NES, foi vendida em um leilão no Texas, Estados Unidos, por US$ 156 mil (cerca de R$ 848 mil, na cotação atual). O produto foi arrematado na última sexta-feira (20) e, de acordo com a Heritage Auctions, entidade que realizou o leilão, o valor envolvido fez com que o jogo se tornasse o mais caro da história.

A edição leiloada, que possui capa e data de 1990, está em excelente estado, angariando uma nota de 9.2+ na escala Wata, entidade de mais de 60 anos que mede a qualidade das relíquias do mundo dos videogames. Por causa disso, a oferta inicial pelo item foi de US$ 62,5 mil (cerca de R$ 340 mil na cotação atual), e vinte pessoas deram lances pelo produto.

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Condição excelente da cópia de Super Mario Bros. 3 foi uma diferenciais para o alto valor — Foto: Divulgação/Heritage Auctions

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O game não tem esse valor somente por causa de seu estado de conservação. A cópia de Super Mario Bros. 3 vendida possui uma característica que a torna ainda mais rara: a palavra “Bros” na capa cobre parte da luva branca de Mário. Segundo os fãs, essa é a versão mais antiga do game, procurada há anos por colecionadores.

A edição de Super Mario Bros. 3 leiloada foi produzida em 1990 — Foto: Divulgação/Heritage Auctions

Apesar de ser a maior venda, essa transação não foi a única realizada na última semana. Além do game do encanador italiano, uma cópia de Pokémon Red, do Game Boy, foi arrematada por US$ 84 mil (cerca de R$ 457 mil na cotação atual) no mesmo dia. A entidade que organiza o leilão afirma que esse foi o maior valor pago por um jogo da série Pokémon em toda a história.

Pokémon Red foi lançado em 1996 para Game Boy — Foto: Divulgação/Heritage Auctions

Outros recordes

Essa foi a segunda vez, em 2020, que um recorde em relação a valores pagos por um jogo foi batido. Em julho, um cartucho de Super Mario Bros, também do NES, foi arrematado por US$ 114 mil (cerca de R$ 618 mil, na cotação da época). Até o período, aquela havia sido a maior quantia gasta em um jogo eletrônico em todos os tempos.

“Nós não poderíamos estar mais satisfeitos em quebrar o recorde mundial pela segunda vez no mesmo ano”, disse Valarie McLeckie, Diretora de Video Games da Heritage Auctions, após a venda de Super Mario Bros. 3. Ela complementou dizendo que não considerava uma surpresa que outro game de Mario tenha estabelecido o novo recorde, já que muitas pessoas cresceram jogando o título.

Levando em consideração todo o universo de videogames, o dono do principal recorde ainda é o Nintendo PlayStation, protótipo raro desenvolvido em parceria entre Nintendo e Sony. Em março deste ano, o aparelho foi vendido por US$ 360 mil (em torno de R$ 1,7 milhão, na cotação da época).

Via Heritage Auctions

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