sábado, 4 de maio de 2019

Google Maps mostra fotos de pratos populares de restaurantes em versão beta – Mobile

O Google Maps passou a exibir para alguns usuários de sua versão beta fotos dos pratos mais populares de restaurantes. O objetivo é ajudar outras pessoas a terem uma ideia do que é oferecido no local antes de visitá-lo.

Para isso, o serviço está aproveitando o conteúdo enviado pelos próprios usuários que já tiveram uma experiência com o restaurante. As imagens aparecem na seção voltada ao menu, que já é exibida nas páginas de alguns estabelecimentos e mostra nome, descrição e preço dos pratos.

Google Maps mostra fotos de pratos populares em restaurantes em versão beta

A seção costuma apresentar categorias como aperitivos e entradas. Com o teste, ela também passou a destacar pratos pedidos com frequência. Segundo o aplicativo, a área mostra “o que as pessoas estão pedindo, baseado em fotos e comentários”.

Ela busca agrupar fotos que apresentem os mesmos pratos, além de comentários feitos por usuários. Ao que parece, o sistema empregado pelo Google (e não uma equipe de humanos) é responsável por reunir as informações. Em caso de erros, o serviço permite que os usuários sugiram correções.

O Google tem realizado várias mudanças em seu principal serviços de mapas, tornando ele mais social. Há algumas semanas, a empresa começou a testar um recurso para um pequeno grupo de usuários criarem eventos públicos no aplicativo.

A seção permitia adicionar nome, data, local, fotos e link com mais informações sobre o evento. Assim como as fotos de pratos populares, ainda não há uma confirmação de que a solução será liberada para todos os usuários do Google Maps.

Com informações: Engadget, 9to5Google.

Mercado Livre sai do prejuízo após cobrar taxa fixa dos vendedores – Negócios

O Mercado Livre foi uma empresa lucrativa por muitos anos, mas teve prejuízo milionário em 2018 e tomou algumas medidas para reverter isso: vendedores passaram a arcar com uma taxa fixa de R$ 5 para pedidos abaixo de R$ 120; anúncios de produtos abaixo de R$ 6 foram removidos; e o frete grátis passou a ser aplicado com menos frequência.

As medidas parecem estar surtindo efeito: o Mercado Livre teve lucro líquido de US$ 15,4 milhões no primeiro trimestre de 2019, contra o prejuízo de US$ 25,4 milhões no mesmo período do ano passado. O faturamento em dólar aumentou quase 50% nesse período, considerando todas as atividades da empresa (marketplace e Mercado Pago).

Só a receita do marketplace disparou 80% em um ano. O número de vendedores caiu para 4,2 milhões no trimestre (eram 5 milhões no mesmo período do ano passado), mas o número de compradores subiu para 18,8 milhões (antes eram 17 milhões).

Desde julho, o Mercado Livre cobra uma taxa de R$ 5 por unidade em pedidos abaixo de R$ 120, independente da reputação do vendedor. Isso se junta à comissão de 11% no caso de um anúncio Clássico, e 16% em anúncios Premium. Além disso, produtos abaixo de R$ 6 foram removidos da plataforma.

O Mercado Livre também passou a oferecer frete grátis com menos frequência. O resultado financeiro mostra que os custos com envio gratuito no Brasil diminuíram quase 40% no trimestre, chegando a US$ 56,2 milhões. “Revisamos nossa política de dar frete grátis indiscriminado”, diz Stelleo Tolda, vice-presidente executivo do Mercado Livre para América Latina, à Reuters.

O Mercado Pago também segue firme, com crescimento de 22,4% em relação ao ano anterior na receita em dólar. Para Tolda, a fintech está pronta para enfrentar a concorrência mais acirrada no mercado brasileiro de pagamentos.

Recentemente, a Rede zerou a taxa de antecipação de recebíveis para lojistas que recebem pagamentos à vista no cartão de crédito. Isso significa que a maquininha do Itaú Unibanco vai depositar o dinheiro em até dois dias sem cobrar a mais por isso. A medida foi tão agressiva que derrubou as ações de concorrentes como Cielo e Stone; e motivou uma investigação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

O Mercado Pago permite receber o dinheiro no mesmo dia com custo de 4,99%; se o vendedor esperar 14 dias, a taxa cai para 4,49%. Esses valores podem ser reduzidos no futuro: “a capitalização nos permite ser mais agressivos”, disse Tolda. A fintech recebeu em março um investimento de US$ 750 milhões do PayPal.

Com informações: Mercado Livre, Reuters.

Samsung Galaxy Watch 4G agora funciona na Claro – Telecom

A versão com 4G do Galaxy Watch ganhou suporte para mais uma operadora no Brasil. A Samsung anunciou nesta sexta-feira (3) que o smartwatch começou a ser vendido pela Claro. Até então, quem quisesse conectar o relógio à rede móvel precisava ser cliente pós-pago da Vivo.

Galaxy Watch com 4G

O Galaxy Watch com 4G compartilha várias características da versão com Wi-Fi: ele possui uma tela OLED de 1,2 polegada (42 mm) ou 1,3 polegada (46 mm) com Gorilla Glass DX+ para proteger o vidro contra arranhões e mantém uma catraca giratória para navegar pela interface do sistema operacional Tizen.

Ele é focado em fitness: o Galaxy Watch pode detectar automaticamente seis tipos de exercícios e registrar no aplicativo Samsung Health um total de 39 atividades físicas diferentes, incluindo corrida, ciclismo e natação. É possível monitorar seus batimentos cardíacos durante todo o dia, bem como a qualidade do seu sono. No nosso review, a bateria durou até 4 dias.

Para ter um Galaxy Watch com 4G na Claro, você precisa adquirir a versão com antena celular: ele se conecta à rede da operadora com a ajuda de um eSIM, e a configuração é realizada por meio de um aplicativo no smartphone. Depois, é necessário assinar um serviço para habilitar a sua linha no relógio: o Claro Sync, que custa R$ 29,99 por mês.

Galaxy Watch 4G na Claro

Uma vez que o 4G estiver configurado, o Galaxy Watch se torna mais independente do celular. Mesmo sem Wi-Fi, é possível ouvir música por streaming, receber notificações de aplicativos, ler mensagens de texto ou atender a ligações telefônicas, com o mesmo número da linha principal. O sistema de pagamentos Samsung Pay também continua funcionando.

O Galaxy Watch 4G de 42 mm custa R$ 2.499 nas cores preto e dourado, enquanto o prata de 46 mm é vendido por R$ 2.699. A operadora está dando um pequeno desconto para assinantes do Combo Multi, com telefone fixo, banda larga e TV: nessa oferta, os relógios saem por R$ 2.339 e R$ 2.519, respectivamente. Quem assinar o Claro Sync até 30 de maio terá três meses de degustação.

YouTube chega a 2 bilhões de usuários e oferecerá séries exclusivas de graça – Web

O YouTube anunciou nesta quinta-feira (2) que superou a marca de 2 bilhões de usuários conectados mensalmente. O feito foi destacado pela CEO Susan Wojcicki, durante o Brandcast, conferência para anunciantes que serviu para adiantar mudanças em relação às séries originais.

Para se ter uma ideia do crescimento, em maio de 2018, cerca de 1,8 bilhão de usuários se conectavam à plataforma mensalmente. O consumo de vídeos em smart TVs parece ter contribuído para o resultado ao passar de 180 milhões de horas por dia, em junho de 2018, para 250 milhões de horas por dia.

YouTube Premium

Nos próximos meses, o YouTube deve começar a liberar algumas séries que até então eram exclusivas para assinantes. Segundo o diretor de negócios Robert Kyncl, a mudança prevê a exibição de anúncios junto aos vídeos, o que não acontece no YouTube Premium.

“Enquanto todas as outras empresas de mídia estão correndo para colocar seu conteúdo atrás do paywall, estamos indo na direção oposta, disponibilizando nosso conteúdo original gratuitamente”, afirmou Kyncl.

Ao que parece, o YouTube não abandonará o modelo de assinaturas e, sim, oferecerá acesso a algumas séries por períodos limitados. Cobra Kai, por exemplo, deverá ser a primeira produção exclusiva que chegará para todos os usuários.

Baseada em The Karate Kid, a produção terá sua primeira temporada disponível gratuitamente entre 29 de agosto e 11 de setembro. A segunda temporada, que estreou há poucos dias e alcançou 20 milhões de exibições em seis dias, deverá ser liberada em seguida.

Devido aos números, a série já teve uma terceira temporada confirmada. O YouTube também lançará uma nova temporada de What The Fit, estrelada pelo comediante Kevin Hart, e um novo projeto com Justin Bieber, que não teve mais detalhes divulgados.

A plataforma ainda pretende oferecer um especial interativo, chamado de A Heist with Markiplier, e uma cobertura do Lollapalooza, que acontece de 31 de julho a 2 de agosto em Chicago. A transmissão de shows, aliás, tem dado bom retorno à plataforma.

A exibição no YouTube do primeiro final de semana do festival Coachella, realizado em abril, totalizou 82 milhões de exibições simultâneas e registrou um crescimento de 90% em relação a 2018.

Com informações: YouTube, CNET, TechCrunch.

Chrome permite golpe com falsa barra de endereços em Android e iOS – Segurança

A barra de endereços é de extrema importância em um navegador. Ela dá os primeiros sinais de que um site é confiável ou não. Sabendo disso, cibercriminosos podem aplicar golpes com barras de endereços falsas no Chrome e em outros navegadores para Android e iOS.

É o que aponta o desenvolvedor Jim Fisher, que demonstrou como o Chrome e outros navegadores para dispositivos móveis podem ser vulneráveis à prática de phishing. Em celulares e tablets, os navegadores costumam ocultar a barra de endereços conforme você rola a página.

Aproveitando-se desse comportamento, cibercriminosos são capazes de criar uma barra própria com o endereço que desejarem. Após a barra do navegador ficar oculta, é possível passar a exibir uma barra muito parecida à verdadeira, enganando os usuários menos atentos.

Em seu exemplo, Fisher fez com que seu site exibisse a URL “hsbc.com” ao lado dos ícones de cadeado e de número de abas abertas no Chrome. Ele usou apenas uma imagem para demonstração, mas um trabalho mais apurado poderia resultar até mesmo em uma barra interativa.

Os autores do golpe podem, ainda, impedir o retorno ao topo da página e, consequentemente, a exibição da barra verdadeira. Com uma propriedade de CSS (overflow: scroll), é possível fazer a vítima ter a impressão de que está rolando a página completa, quando na verdade está movendo apenas um trecho dela. Basicamente, o usuário está rolando uma janela dentro de outra janela.

Ainda que a vítima tente chegar, de fato, ao topo da página, os responsáveis pelo golpe podem criar uma espécie de margem entre o topo da janela e o texto. Quando ela chega a um determinado ponto da margem, a página retorna à área do texto, dando a entender que foi atualizada.

Fisher considera a possibilidade do golpe como uma falha de segurança do Chrome. Ainda que não se trate de uma brecha convencional, ele acredita que o navegador poderia realizar mudanças para evitar que usuários se confundam com as barras de endereço.

Uma saída seria exibir uma sombra no topo da página para indicar que a barra de endereços verdadeira está oculta. O desenvolvedor lembra, ainda, que com um código mais elaborado seria possível adaptar o visual da barra falsa de acordo com o navegador.

“Posso imaginar essa técnica enganando usuários que são menos conscientes disso e que são menos instruídos tecnicamente”, afirma. “O único momento que o usuário tem a oportunidade de verificar a URL verdadeira é no carregamento da página, antes de rolar a página. Depois disso, não há muita fuga”.

Amazon Prime Video vai finalmente rodar no Chromecast – Gadgets

Amazon e Google resolveram deixar as suas diferenças de lado. Nesta quinta-feira (18), ambas as companhias anunciaram um acordo que vai permitir que o Amazon Prime Video finalmente rode no Chromecast. Além disso, os aplicativos oficiais do YouTube chegarão à linha Amazon Fire TV, incluindo a verão Stick.

Amazon Prime Video / Divulgação

O estranhamento entre as duas companhias se arrastava há anos. A situação ficou bem séria em 2017, quando o Google bloqueou o YouTube no Amazon Echo Show alegando violação dos termos de serviços.

Depois disso, a Amazon, que já não vendia o Chromecast, parou de comercializar os produtos da Nest, empresa irmã do Google. Por sua vez, o Google decidiu não só tirar o YouTube do Echo Show como também da linha Fire TV.

Com o acordo anunciado hoje, os aplicativos do YouTube e YouTube Kids serão oficialmente disponibilizados nos dispositivos Fire TV. Os usuários poderão fazer login em suas contas no serviço e reproduzir vídeos em 4K, por exemplo.

Já o Chromecast voltou a ser comercializado pela Amazon há algum tempo e, em breve, vai ter o Amazon Prime Video entre as suas plataformas compatíveis. O suporte ao serviço de streaming da Amazon também vai ser expandido no Android TV.

Chromecast

De acordo com a Amazon, os usuários do Chromecast também poderão assistir a vídeos em 4K no Prime Video e terão acesso a recursos como o X-Ray, funcionalidade que mostra na tela informações sobre atores e a produção que está sendo vista no momento.

Vale lembrar que, no Brasil, o Amazon Prime Video custa R$ 14,90 mensais. Novos assinantes pagam R$ 7,90 nos seis primeiros meses.

A notícia é boa, mas é preciso ter um pouco de paciência. O Google disse que o YouTube chegará à linha Fire TV nos próximos meses, mas não especificou datas. Isso também vale para o Amazon Prime Video no Chromecast.

Quanto custa o Tinder Gold ou Tinder Plus? Preço varia por usuário - Tecnoblog

Quanto custa o Tinder Gold ou o Tinder Plus? Essa é uma pergunta cuja resposta pode variar tanto quanto as dezenas de milhões de usuários que a rede social tem ao redor do mundo. Um levantamento feito pelo Tecnoblog mostra que o preço dos dois serviços pode ser até cinco vezes maior, dependendo do usuário em questão.

Recebemos relatos de diversos leitores que diferem em região, gênero, idade, orientação sexual e plataforma usada (Android ou iPhone). Os dados de uma amostragem de 10 usuários indicam que a assinatura do Tinder Gold por um mês, o serviço mais completo do app, pode custar desde R$ 25,90 ou chegar até a R$ 154,99, de acordo com diversos fatores.

O Tinder não revela especificamente quais são os critérios de precificação, mas o mais significativo é a idade. Em nossos testes, a assinatura do Tinder Gold pode custar desde R$ 32,90 ou R$ 58,90 para um homem de 21 anos ou até R$ 134,99 para alguém 9 anos mais velho. Não existe um padrão, no entanto: uma pessoa de 27 anos pode pagar R$ 58,90 pela assinatura enquanto o preço para outra de 23 anos seria de R$ 75,99.

Um levantamento feito pelo Tecnoblog reuniu os preços da assinatura do Tinder Gold por um mês (sem descontos promocionais) para diferentes perfis de usuário. Estes são os valores:

Em nossos testes, o mesmo se repete com o Tinder Plus, que é mais barato que o Gold por oferecer menos recursos. Ele varia de R$ 15,90 a até R$ 75,99, dependendo do perfil do usuário.

Por que isso acontece? Em resposta ao Tecnoblog, o Tinder afirmou que usa uma “estrutura dinâmica de precificação que oferece múltiplos valores, o que pode variar por região, duração da assinatura, promoções para novos integrantes e etc”, sem especificar quais outros fatores são levados em conta na definição de preços.

No entanto, é evidente que outros critérios são considerados, dentre eles, a idade dos usuários. O Tinder já havia sido acusado de diferenciar o preço da assinatura do Tinder Plus em 2015 entre mercados emergentes e desenvolvidos, além de pessoas maiores ou menores de 28 anos. Na época, a rede social afirmou que essa diferenciação era “adotada muito bem por determinadas faixas etárias”.

Atualmente, com o lançamento do Tinder Gold no ano passado, a precificação atende a outros critérios não divulgados e os usuários podem não perceber que pagam a mais pela mesma assinatura até perguntar para um amigo. Portanto, a pergunta no começo do post se repete: quanto custa a assinatura do Tinder Gold ou Plus para você?