segunda-feira, 12 de julho de 2021

Operação 404 fecha mais de 400 serviços de IPTV pirata em nove estados | Telecomunicações | Tecnoblog

Polícias civis de nove estados brasileiros deflagraram nesta quinta-feira (8) a terceira fase da Operação 404, que combate crimes ligados à pirataria digital. A investigação é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Policiais de nove estados participaram da Operação 404 (Imagem: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

Sob tutela do MJSP, a Operação 404 — batizada em referência ao icônico erro de internet — foi lançada pelas Polícias Civis do Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Pará, Pernambuco, Rondônia, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Além da participação de contingentes de policiais brasileiros, a ação contou com o envolvimento da embaixada americana no Brasil, por meio do Homeland Security Investigations (HSI), e com o Departamento de Justiça do Reino Unido no Brasil — em que atuaram Intellectual Property Office (IPO) e Police Intellectual Property Crime Unit (PIPCU).

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão nos nove estados. No desfecho da Operação 404, foram bloqueados 334 sites e 94 aplicativos de streaming de conteúdo pirata. Os policiais ainda conseguiram apagar termos associados a domínios ilegais de ferramentas de busca e removeram alguns perfis de redes sociais associados ao crime cibernético.

A ação da polícias civis dos nove estados, sob coordenação do MJSP, teve apoio de inúmeras empresas ligadas ao setor audiovisual no Brasil e até em Hollywood: a Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), a Motion Picture Association (MPA), que reúne produtoras americanas e a Netflix.

A Operação 404 está em sua terceira fase; em etapas anteriores, a policiais cumpriram 55 mandados de busca e apreensão, e baniu 462 sites e 162 aplicativos de streaming ilegais.

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) tem apreendido cada vez mais equipamentos usados para pirataria desde o começo de 2020. Já foram 1,9 milhão de dispositivos piratas recolhidos por operações da agência no período — com valor estimado de R$ 157,8 milhões.

Mais de 1,5 milhão de equipamentos irregulares foram apreendidos em 2021 (Imagem: Divulgação/Receita Federal)

Segundo o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), o Brasil perdeu R$ 291 bilhões para o mercado de produtos ilegais em 2019. Uma pesquisa encomendada pela ABTA aponta que 33 milhões de brasileiros usam um ou mais canais piratas para assistir programas de TV por assinatura.

A pena para quem viola direitos autorais é de dois a quatro anos de prisão. Os acusados também podem ser indiciados por lavagem de capitais e associação criminosa, dependendo do crime.

Com informações: EBC e MJSP

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Eu não entendo uma coisa, a justiça consegue acabar com centenas de servidores de IPTV, mas sempre tem um monte desses serviços por aí, é só olhar as propagandas nas redes sociais.
Se os serviços de TV paga originais não cobrassem tão caro, talvez a pirataria não tivesse tanta força, e ainda teriam muito mais clientes. Eu cancelei minha Claro/NET, e em breve pretendo assinar a Directv Go, que fica sendo a melhor alternativa entre TV paga e pra quem não quer pirataria.

Certa vez peguei uma conta emprestada de IPTV pirata, para usar uma noite, fazer literalmente um review. Essa que usei, precisava alterar o DNS para o do Criminiso senão não funcionava.

A DIRECTV Go funcionou imediatamente comigo após a assinatura. E agora autentica no HBO MAX instantâneo. A interface tem a “capa” da forma que falasse e a visão de canais, que pelo jeito tu não percebeu. Eu pretendo cancelar completamente a TV A CABO FÍSICA, eu tenho alternado entre duas residências na pandemia e o IPTV se mostrou maravilhosamente revolucionário.

Sobre o IPTV pirata, foi uma experiência de uma noite. Apaguei o aplicativo, desfiz a configuração de DNS. Eu faço questão de experimentar tudo, trabalho com tecnologia, com Cybersecurity e curto fazer essas experiências.

IPTV PIRATA é igual piratear jogo, tu tem 1000 jogos piratas, pega tudo e efetivamente joga 4 ou 5. O IPTV pirata igual, tens 1000 canais e assiste 3 ou 4. Seja honesto, paga algo legal, com 50 canais, já não dará conta deles durante o mês e não está financiando criminoso.

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Google é acusado de combater Samsung Galaxy Store por temer concorrência | Legislação | Tecnoblog

O Google usou práticas de mercado anticompetitivas para impedir o crescimento da Samsung Galaxy Store em celulares Android. É o que alega uma ação coletiva antitruste movida por 36 procuradores-gerais de estado nos EUA. No processo, a empresa foi acusada de controlar ilegalmente a distribuição de aplicativos, como oferecer dinheiro aos desenvolvedores em troca de exclusividade.

Galaxy Store (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

A denúncia, porém, vai de encontro às políticas do próprio Google, que permite a inclusão de lojas de aplicativos de terceiros no Android. A Apple, por outro lado, só tem a App Store no iOS, limitando a publicação de apps em apenas uma loja. Segundo o documento, essa abertura da Google Play Store seria apenas um disfarce para esconder as práticas monopolistas da empresa.

“O Google se sentiu profundamente ameaçado quando a Samsung começou a reformular a própria loja de aplicativo, a Samsung Galaxy Store”, diz a ação. Em outro argumento, o processo alega que o Google tem a intenção de “eliminar preventivamente” a loja e até mostra uma série de supostas técnicas usadas pela empresa.

O texto afirma que o Google tem feito acordos com fabricantes de celulares Android para remover lojas pré-instaladas nos aparelhos. Além disso, os procuradores falaram que a empresa estaria oferecendo dinheiro à Samsung para a empresa cancelar parcerias com desenvolvedores, e negociando pagamentos com outras empresas para conseguir exclusividade.

Para os autores da ação, o Google estaria tentando eliminar a Samsung Galaxy Store por causa do banimento de Fortnite da Google Play Store. No ano passado, a Epic Games também processou o buscador sob acusações de práticas monopolistas. Como resultado, o Battle Royale foi removido da loja do Android e ficou disponível somente na Galaxy Store ou por download direto do APK.

Como Fortnite gera receitas bilionárias com microtransações, o Google estaria com medo do crescimento da loja da Samsung. Em uma audiência da ação contra a Epic Games, em 3 de maio, foi revelado que o jogo rendeu sozinho US$ 4 bilhões (R$ 21 bilhões) à desenvolvedora em 2019. Vale mencionar que os estúdios de games pagam taxas de publicação às lojas virtuais — ou seja, quanto mais Fortnite cresce, mais as plataformas faturam.

Com informações: The Verge, Arstechnica.

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Comentários com a maior pontuação

Eu posso estar falando merda, mas notei isso até em apps, um exemplo são os aparelhos da Xiaomi, boa parte dos aparelhos mais novos são apps Google no lugar dos apps Xiaomi.

Não deixa de ser parcerias, mas é benéfico pra fabricante por conta da redução de custos.

A Xiaomi hj usa o Discador do Google, por exemplo, pq ela reduz o custo de ter de adaptar regras pra cada país q ela fosse embarcar.

Já a Samsung (e todas as demais) agora usa o Google Messenger pq reduz o custo de ter de configurar, manter e atualizar o RCS em vários países.

O principal foi a ANPD, mas existem outros vetos no texto aprovado pelo presidente Michel Temer que seriam importantes

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quinta-feira, 8 de julho de 2021

Túnel exclusivo para Teslas é aprovado por prefeitura de cidade na Flórida | Negócios | Tecnoblog

A Boring Company segue com o projeto de construir mais Tesla Tunnels por cidades americanas. A mais nova parceria é com Fort Lauderdale, na Flórida, que aprovou o plano da companhia de Elon Musk para construir um túnel comunitário que leva passageiros do centro da cidade à praia — dentro de carros autônomos.

Túnel da Boring Company em construção (Imagem: Steve Jurvetson/ Flickr)

Centenas de pessoas devem usar o Tesla Tunnel que leva passageiros do centro à orla de Las Olas, praia da cidade. O projeto, que faz parte de um plano da prefeitura de melhorar o trânsito nas vias que vão à costa de Fort Lauderdale, foi aprovado na noite de quarta-feira (7).

A empresa de Elon Musk responsável pela iniciativa, a Boring Company, propôs o projeto do novo túnel exclusivo para carros autônomos na semana passada.

Agora aprovado, a empresa terá seu primeiro túnel na Costa Leste dos EUA; é a quinta obra do tipo feita pela Boring, que tem mais três túneis em Los Angeles e um em Las Vegas — na Califórnia e na região central do país, respectivamente.

Apesar de aprovar a construção, o prefeito Dean Trantalis disse em sua conta no Twitter que outras empresas têm 45 dias para apresentar propostas competitivas.

O Las Olas Loop — nome de batismo do novo Tesla Tunnel — enfrentou críticas do setor de transporte por ser exclusivo para carros da empresa de Musk, que apenas transportam uma fração de pessoas do que um ônibus comunitário é capaz de acomodar.

O preço não foi determinado nem pela Boring Company nem pela prefeitura, mas comissários de Fort Lauderdale afirmam que a passagem do serviço deve girar em torno de US$ 5 a US$ 8 por pessoa. Segundo a CNN, um Uber que faz o mesmo trajeto custa em torno de US$ 10.

Túnel para Teslas em Las Vegas (Imagem: Steve Jurvetson/ Flickr)

A Flórida tem aquíferos protegidos por legislação local e que apresentam dificuldade na hora de executar escavações para o túnel da Boring Company. Trantalis diz que tanto a empresa quanto a prefeitura estavam estudando o melhor caminho para começar as obras.

Com informações: CNN.

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Google é processado por 36 estados americanos devido à Play Store do Android | Tecnoblog

O Google se tornou alvo de um processo aberto por 36 estados americanos e Washington (Distrito de Colúmbia) nesta quarta-feira (7). A ação questiona a taxa de 30% aplicada em transações da Google Play Store, a loja de aplicativos para celulares Android. O caso será analisado no tribunal federal da Califórnia, nos Estados Unidos.

App da Google Play Store no Android (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

A iniciativa parte de uma coalização bipartidária de procuradores-gerais estaduais. A ação está sendo movida por Washington (DC) e 36 estados, como a Califórnia, Carolina do Norte, Colorado, Dakota do Sul, Flórida, Nova York, Tennessee, Utah, entre outros. Já a lista de réus é formada pela Alphabet, Google e as subsidiárias da Ásia e da Irlanda.

O processo bate de frente com a comissão em transações da plataforma. Além disso, para o grupo de procuradores-gerais, o Google lança mão de práticas anticompetitivas. Dessa forma, segundo a ação, a companhia fatura a partir da taxa de 30% com a venda de aplicativos pela Google Play Store e ainda impede a concorrência no sistema.

No processo, os estados informaram que nenhuma outra loja para Android tem mais de 5% de participação de mercado. Em contraste, a Play Store abocanha uma fatia de 90%. O grupo também alega que o Google adota medidas para dificultar o crescimento de outras plataformas, como impedi-las de anunciar no buscador e no YouTube.

Em março, o Google anunciou a redução da taxa da Play Store. A companhia afirmou que a comissão sobre parte da receita dos aplicativos na plataforma cairia para 15%. Mas a alteração só atinge ganhos de até US$ 1 milhão; acima disso, a taxa seria de 30%.

A ação foi aberta no tribunal federal de São Francisco, na Califórnia. O caso será analisado pelo juiz James Donato. Como observado pelo Politico, o juiz é o mesmo que marcou o julgamento do processo entre a Epic Games e o Google para abril de 2022.

Celular Android (imagem: Andrew Mantarro/Unsplash)

O Google se manifestou sobre a ação em seu blog no mesmo dia. Eles afirmaram que o Android foi construído “para criar mais opções em tecnologia móvel”. Depois, a companhia explicou que preparou a Play Store para facilitar a busca por apps. A empresa ainda diz que não impõe “as mesmas restrições que outros sistemas operacionais móveis fazem”.

“Portanto, é estranho que um grupo de procuradores-gerais estaduais tenha optado por abrir um processo atacando um sistema que oferece mais abertura e escolha do que outros”, afirmaram. “Esta reclamação imita um processo igualmente sem mérito movido pela grande desenvolvedora de apps Epic Games, que se beneficiou da abertura do Android ao distribuir seu app Fortnite fora do Google Play”.

O Google apresentou outros argumentos mais adiante. Em um ponto, eles afirmaram que o Google Play “compete de forma justa e vigorosa”. A companhia ainda diz que o Android aumenta a concorrência e a escolha ao permitir o uso de outras lojas.

A companhia também afirma que a plataforma ajuda os desenvolvedores e a criar empregos. Segundo a empresa, os desenvolvedores ganharam mais de US$ 80 bilhões em fevereiro de 2020. Além disso, eles alegaram que outras lojas, como a Galaxy Store (Samsung) e a App Store (Apple), também cobram comissões com valores comparáveis.

“Entendemos que o escrutínio é apropriado e temos o compromisso de nos envolver com os reguladores. Mas o Android e o Google Play oferecem abertura e escolha que outras plataformas simplesmente não oferecem”, concluíram. “Este processo não tem por objetivo ajudar os pequeninos ou proteger os consumidores. Trata-se de impulsionar um punhado de grandes desenvolvedores de aplicativos que desejam os benefícios do Google Play sem pagar por ele”.

Com informações: Bloomberg, Google (Blog), Politico e The Verge

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US Senator Warren Presses SEC to Use 'Full Authority' to Regulate Cryptocurrency Trading – Regulation Bitcoin News

U.S. Senator Elizabeth Warren has warned of the growing risks of cryptocurrency trading. She recently called on the U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) to “use its full authority to address these risks,” adding that “Congress must also step up to close these regulatory gaps.”

U.S. Senator Elizabeth Warren, who chairs the Senate Banking Committee’s Subcommittee on Economic Policy, warned Thursday of the growing risks posed by the cryptocurrency market. She also blasted the SEC for the lack of crypto regulatory oversight.

“While demand for cryptocurrencies and the use of cryptocurrency exchanges have sky-rocketed, the lack of common-sense regulations has left ordinary investors at the mercy of manipulators and fraudsters,” the senator was quoted by Reuters as saying. She elaborated:

These regulatory gaps endanger consumers and investors and undermine the safety of our financial markets. The SEC must use its full authority to address these risks, and Congress must also step up to close these regulatory gaps.

Senator Warren also sent a letter to SEC Chairman Gary Gensler on Wednesday, raising concerns about the risks in the crypto market. She emphasized that cryptocurrency trading platforms lacked the same basic protections as traditional exchanges. The senator cited Federal Trade Commission (FTC) data showing that nearly 7,000 people reported a combined $80 million in losses from cryptocurrency scams in the six months to March.

Gensler, the MIT professor who taught classes on crypto and blockchain, was confirmed as the new SEC chairman in May. Has previously said that cryptocurrency exchanges needed more regulation but has yet to propose new rules. “This is a quite volatile, one might say highly volatile, asset class, and the investing public would benefit from more investor protection on the crypto exchanges,” he said in May.

Warren asked Gensler to outline how cryptocurrency exchanges may be undermining the SEC’s mission, whether additional investor protections were needed, and whether international regulatory coordination was required. She stressed:

The lack of regulation to provide basic investor protections is unsustainable.

Senator Warren told Gensler that she needed answers from him by July 28 on the SEC’s authority to protect consumers investing and trading in cryptocurrencies, and determine what future congressional action was needed.

What do you think about Senator Elizabeth Warren’s action regarding crypto regulation? Let us know in the comments section below.

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EU Mulls AML Authority and New Rules for Crypto Transfers, Documents Suggest – Regulation Bitcoin News

The European Union is preparing to set up an anti-money laundering agency to coordinate national supervisory authorities. According to a media report based on EU documents, the bloc also plans to impose new rules to increase transparency for cryptocurrency transfers.

In response to calls for enforcement of anti-money laundering (AML) rules throughout Europe, the European Commission is likely to propose the establishment of a new Anti-Money Laundering Authority (AMLA). According to documents seen by Reuters, the agency should become the “centrepiece” of an integrated supervisory system consisting also of national authorities.

In the absence of a pan-European anti-money laundering body, the executive power in Brussels has so far relied mainly on national regulatory agencies to enforce its AML rules. Cooperation hasn’t always been satisfactory when it comes to stopping dirty money, the report notes. That’s why the authors of the documents insist:

Money laundering, terrorist financing and organised crime remain significant problems which should be addressed at Union level.

The new authority will be expected to help prevent money laundering and terrorist financing cases in the European Union “by directly supervising and taking decisions towards some of the riskiest cross-border financial sector obliged entities.”

The agency will coordinate national supervisory authorities to more effectively enforce common European regulations. Brussels also wants to make EU’s AML rules directly binding on member states to stop criminals from exploiting differences between national regulatory regimes.

Another proposal from the quoted documents is to adopt new European requirements for service providers working with crypto assets. These platforms will be obliged to collect and make accessible data concerning the originators and beneficiaries of cryptocurrency transfers. The scope of EU rules for financial services does not currently cover such transactions and EU officials warn:

The lack of such rules leaves holders of crypto-assets exposed to money laundering and financing of terrorism risks, as flows of illicit money can be done through transfers of crypto-assets.

According to Sven Giegold, member of the European Parliament from the German Green Party, the European Commission has prepared a strong package against money laundering. “With uniform standards and more centralised supervision, the EU Commission is introducing important improvements to enable consistent action against financial crime,” Giegold emphasized.

The MEP added that the EU should in the meantime pursue legal action against those EU members that are not enforcing its AML rules properly. A final approval from the EP and the EU states will be needed for the new regulations to come into force.

What’s your opinion about the proposals in the EU documents quoted in the report? Let us know in the comments section below.

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Shibaswap Dex Captures $1.5 Billion Locked in 2 Days, SHIB Platform Bumps ETH Fees Higher – Markets and Prices Bitcoin News

The crypto asset shiba inu (SHIB) now has a decentralized exchange (dex) platform called Shibaswap and since the trading protocol’s launch, the dex has $1.55 billion total value locked (TVL). The SHIB-fueled dex has a lot more liquidity than most platforms today as Shibaswap has been catching up to popular dex platforms like Pancakeswap and Sushiswap.

Shiba inu has a leg up over dogecoin and baby doge this week as the meme-based crypto asset has launched a dex platform called Shibaswap. The dex Shibaswap is similar to dex applications like Uniswap, Sushiswap, and Pancakeswap the dex that leverages the Binance Smart Chain.

During the first 24 hours, Shibaswap gathered more than $1 billion TVL and on Thursday, the TVL jumped to $1.55 billion. SHIB stats show that on Thursday, SHIB is down 5.9% according to Coingecko and SHIB lost 7.9% during the last seven days.

Shibaswap Dex Captures $1.5 Billion Locked in 2 Days, SHIB Platform Bumps ETH Fees Higher

However, two-week stats show SHIB has increased by 18.8% and 30-day data shows SHIB is up 6.2%. Currently, shiba inu (SHIB) is swapping for $0.00000813 per token which means a dollar’s worth of SHIB is roughly 123,065 tokens using today’s exchange rates.

The developers behind the crypto asset shiba inu (SHIB) have also created other SHIB-related assets like leash ($2,049) and bone ($8.04). The leash and bone tokens are leveraged for different reasons. Bone for instance is given to Shibaswap liquidity providers.

Shiba inu’s leash token was meant to be a rebase token pegged to the price of dogecoin (DOGE), however, the token has been “unleashed” and does not rebase. The circulating supply of leash (LEASH) is only 100,000 tokens which is a stark contrast to SHIB’s 497 trillion supply currently in circulation.

As far as TVL is concerned, Shibaswap is just below Sushiswap’s $2.72 billion TVL but above Bancor’s $1.22 billion and Balancer’s $697 million TVL. Shibaswap’s launch was also attributed to Ethereum network fees jumping from a low average of around $3 per transaction a few days before launch to $6.72 per transaction on July 7, 2021.

The director of research at the Block Crypto, Larry Cermak tweeted about Shibaswap and fees on July 6. “Gas is near 100 again as Shibaswap starts taking off and spamming Ethereum’s blocks. We live in a clown world,” Cermak wrote.

What do you think about Shibaswap’s launch increasing ether fees and the $1.5 billion TVL the dex currently holds? Let us know what you think about this subject in the comments section below.

Image Credits: Shutterstock, Pixabay, Wiki Commons, Shibaswap, Twitter,

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