segunda-feira, 29 de março de 2021

Facebook e Google preparam cabos submarinos para ligar América e Ásia | Internet | Tecnoblog

O Facebook e o Google estão trabalhando juntos para melhorar a conexão de internet entre América do Norte, Indonésia e Singapura. As empresas preparam cabos submarinos com empresas asiáticas de telecomunicações. A instalação dos cabos precisa ser aprovada por reguladores, mas a expectativa é de que eles sejam concluídos em até três anos.

Facebook (Imagem: Brett Jordan/Unsplash)

O plano prevê fazer os países se ligarem por meio de dois novos cabos submarinos: Echo e Bifrost. O Facebook está envolvido no desenvolvimento de ambos e, segundo, seu diretor para investimentos em rede, Kevin Salvadori, eles serão os primeiros a seguirem uma nova rota pelo Mar de Java, na Ásia.

“Eles aumentarão a capacidade submarina geral no transpacífico em cerca de 70%”, disse Salvadori à Reuters. O executivo afirmou que os dois cabos serão “um investimento muito significativo no Sudeste Asiático”, mas não revelou o valor que a empresa deve destinar a estes projetos.

O cabo submarino Echo será financiado por Facebook, Google e a operadora de telefonia da Indonésia, XL Axiata, e deverá ser concluído em 2023. O cabo Bifrost, por sua vez, é um projeto entre o Facebook, Telin (uma subsidiária da operadora da Indonésia Telkom) e o grupo de Singapura, Keppel. A expectativa é de que este seja concluído em 2024.

Os cabos submarinos ainda precisam ser autorizados por órgãos reguladores asiáticos, mas marcam um novo investimento de rede do Facebook na Ásia. Em 2020, a empresa anunciou o plano de implantar 3.000 km de fibra na Indonésia, além de oferecer pontos de acesso Wi-Fi públicos no país.

A empresa segue trabalhando com o Google em um cabo submarino que ligará os Estados Unidos a Taiwan e às Filipinas. O projeto, batizado de Pacific Light Cable Network, também previa uma conexão com Hong Kong, mas o desenvolvimento deste trecho foi interrompido por conta de preocupações com segurança apontadas por reguladores americanos.

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Samsung Galaxy A51 recebe atualização para Android 11 no Brasil | Aplicativos e Software | Tecnoblog

A Samsung começou a disponibilizar o Android 11 para donos de Galaxy A51 no Brasil. O update parece ter surgido neste sábado (27), quando alguns clientes publicaram a novidade no Twitter. O atual sistema operacional do Google para donos de A51 vem acompanhado da One UI 3.0, que está com design renovado, organizado e com animações mais suaves.

Samsung Galaxy A51 (Imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A Samsung havia anunciado que esse modelo receberia o update entre março e abril de 2021, como o Tecnoblog informou em dezembro do ano passado. O Galaxy Note 10 Lite, S10 Lite, Galaxy M31 e o Galaxy Tab S7 recebem a novidade até o final deste mês.

“Liberada a atualização do Android 11 para o Galaxy A51”, escreveu um usuário no sábado. “Eu já estava agoniado de tanto esperar esse dia. Já estou atualizando o meu”, disse outro cliente no Twitter. “Procurei manualmente a atualização do A51 e, surpreendentemente, ela estava disponível”, afirmou o leitor Manoel Lombardi ao Tecnoblog.

Atualização no Galaxy A51 (Imagem: Reprodução/Tecnoblog)

O update tem as numerações A515FXXU4DUB1 / A515FOWO4DBU1 e A515FXXU4DUAE, e pesa 1,8 GB. Para atualizar o Android, os donos de Galaxy A51 podem verificar a disponibilidade manualmente nas configurações do aparelho: em “Atualização de software”.

A nova interface da Samsung com o Android 11 entrega uma área de notificações mais organizada, os widgets da tela de bloqueio ficaram mais modernos com um novo layout e há outros recursos importantes que facilitam a edição da tela inicial e de bloqueio. O sistema operacional do Google também ganhou novidades de privacidade, a exemplo do “permissão apenas uma vez”, para que os aplicativos usem apenas uma vez a sua localização, o microfone e a câmera.

Obrigado a Manoel Lombardi pela ajuda!

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Activision derruba maior site de estatísticas de Call of Duty: Warzone | Jogos | Tecnoblog

A Activision derrubou, nesta segunda-feira (29), o site SBMM Warzone — o maior portal de estatísticas sobre jogadores e partidas competitivas de Call of Duty: Warzone. A plataforma foi desativada pois, segundo a Activision, violava os termos de uso do jogo, além de diversas políticas de privacidade dos EUA e da Europa ao divulgar dados de usuários publicamente.

Call of Duty: Warzone (Imagem: Divulgação/Activision)

Para reunir os dados de jogadores e partidas, o SBMM Warzone usava a API do Call of Duty e, com isso, era capaz de calcular o nível de habilidade de todos os jogadores em uma partida ao mesmo tempo. O site ainda oferecia uma assinatura mensal que desbloqueava recursos adicionais de análise.

Os criadores do site explicaram ao Eurogamer que o serviço de monitoramento não é ilegal, pois se baseia apenas em dados disponíveis em perfis públicos. Com isso, é possível saber o número de abates e mortes, quantidade de vitórias e outros detalhes das partidas. A Activision, porém, proíbe o uso das APIs de seus jogos por qualquer um que não seja parceiro da empresa.

Em uma carta enviada aos donos do site em 22 de março, a Activision exigiu que o portal fosse desativado por expor informações de usuários, mas não citou a questão da monetização do serviço. No dia 26 de março, os donos do SBMM Warzone, Ben e Dave, apelaram no Twitter para que a empresa voltasse atrás na decisão e fechasse uma parceria.

De acordo com a carta que recebemos, nós temos até segunda-feira para cumprir as exigências. Eles querem garantir a privacidade dos jogadores, o que é ótimo. Mas, se fôssemos parceiros, nós poderíamos assegurar a privacidade e oferecer à comunidade de Warzone as melhores estatísticas que ela merece.

SBMM Warzone, em post no Twitter

A empresa não respondeu as mensagens e desativou a plataforma na segunda-feira (29). No momento, o portal está vazio e a página inicial do SBMM Warzone informa que o site foi derrubado pela Activision. Ben e Dave prometeram reembolsar os assinantes que pagaram pelos recursos extras.

Call of Duty: Warzone pune usuários trapaceiros com frequência. Na última quarta-feira (24), 13 mil jogadores foram banidos por usarem hacks nas partidas. Desde o início de 2021 já foram mais de 110 mil contas suspensas permanentemente.

Para frear o desenvolvimento de novos hacks, é possível que a Activision queira proteger a API do Warzone. No entanto, vale mencionar que existem outras plataformas que mostram as estatísticas do Battle Royale, como o CODStats e o CODTracker. Mesmo usando a API do jogo, os portais continuam funcionando normalmente até então.

Com informações: ScreenRant, Eurogamer, PC Gamer.

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Xiaomi revela carregador wireless triplo semelhante ao Apple AirPower | Gadgets | Tecnoblog

A Xiaomi aproveitou parte de seu evento marcado para a manhã desta segunda-feira (29) para o lançamento do Mi 11 Ultra, para apresentar um carregador sem fios capaz de recarregar a bateria de três dispositivos ao mesmo tempo. O gadget segue exatamente os mesmos passos de um acessório muito parecido e que foi anunciado pela Apple em 2017, mas que já foi cancelado pela empresa da maçã.

Carregador wireless da Xiaomi suporta três aparelhos (Imagem: divulgação/Xiaomi)

Carregadores sem fio são práticos para quando o celular, fone de ouvido ou outro aparelho passa a noite recebendo energia, sem a necessidade do usuário utilizar o dispositivo nas mãos. Existe um pequeno detalhe capaz de atrapalhar este objetivo, que é o alinhamento necessário entre ambos os lados. Se o smartphone está mais para um lado do que deveria, a recarga não acontece.

A Apple tentou resolver parte deste problema com o AirPower, uma espécie de tapete para mais de um dispositivo ter a bateria recarregada ao mesmo tempo, quase sem precisar de um ângulo correto. A empresa da maçã desistiu do produto, mas a Xiaomi viu a oportunidade de criar basicamente a mesma coisa.

"Carregador

No lado da Xiaomi, o carregador utiliza 19 bobinas instaladas em diversos pontos do carregador, com muitas delas acima de outras, criando assim um ambiente capaz de carregar praticamente qualquer produto que esteja apoiado no acessório. A empresa afirma que, assim como a Apple, seu produto pode enviar energia para até três gadgets simultaneamente.

O acessório é capaz de enviar até 60 watts de energia, dividindo este total para os gadgets ao mesmo tempo. A conta fecha em 20 watts para cada bateria e não sobe o valor se o número de aparelhos for menor que o máximo possível. A capacidade de trabalho é interessante até mesmo para os carregadores sem fio mais tradicionais.

"Carregador

Junto do clone do Apple AirPower, a Xiaomi resolveu mostrar outro carregador durante o mesmo evento. Este, em formato mais tradicional e voltado para celulares onde o smartphone fica deitado ou de pé, utiliza duas bobinas para ambas as orientações e consegue entregar 80 watts de energia.

A empresa asiática não explicou como, mas prometeu que os dois modelos de carregadores conseguem lidar com o aquecimento com bastante facilidade. Tomara que consiga mesmo.

Com informações: Xiaomi.

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Stretch, novo robô da Boston Dynamics, vai trabalhar em centros de distribuição | Ciência | Tecnoblog

Após o lançamento do Spot, cão robótico que pode inspecionar áreas remotas e até mesmo abrir portas, a Boston Dynamics se prepara para colocar mais um robô comercial no mercado – o Stretch. A máquina é projetada para movimentar caixas em centros de distribuição, descarregando caminhões, movendo produtos no estoque e, até mesmo, criando pedidos.

Robô Stretch, da Boston Dynamics (Imagem: Divulgação/Boston Dynamics)

Segundo o vice-presidente de engenharia de produto da Boston Dynamics, Kevin Blankespoor, a empresa está indo para onde os clientes estão. O executivo afirma que houve grande demanda por este tipo de robô quando um vídeo do projeto Atlas, um robô humanóide bípede, foi divulgado – no entanto, segundo ele, esse não seria o tipo ideal de robô para armazéns no momento, especialmente por conta do preço alto.

Mas a Boston Dynamics poderia fazer algo por esses comerciantes: criar um robô específico para trabalhar em armazéns, mais simples, mas eficiente para o transporte de carga. A partir desta ideia, a companhia criou não somente o Stretch, mas também uma nova divisão focada em depósitos.

Antes de efetivamente desenvolver o robô Stretch, a Boston Dynamics fez alguns experimentos com o robô Handle, que tinha duas “pernas”, com rodas em vez de pés, e dois braços. Tratava-se de uma máquina ágil, mas talvez complexa demais para a demanda. Em uma segunda versão, o Handle passou a ter apenas uma garra a vácuo, utilizada para levantar caixas.

Esse robô chegou a ser testado com clientes na descarga de produtos e se saiu bem ao mover caixas em paletes, dentro de armazéns amplos. A limitação ficava para realizar a movimentação ao descarregar um caminhão.

“Ficou claro que, para Handle, manobrar em um espaço apertado era complicado. Poderíamos fazer o trabalho e descarregar todas as caixas, mas basicamente demorava muito. Cada vez que Handle pegava uma caixa, ela tinha que rolar de volta para o meio do caminhão para que pudesse girar sem colisões, rolar para frente, e colocar a caixa”, explicou Blankespoor.

Handle (topo) e Stretch (embaixo) (Imagem: Divulgação/Boston Dynamics)

Com o Stretch, as partes mais complexas e desnecessárias do design foram descartadas. A começar pela base, o robô foi redesenhado para se tornar mais estável: em vez de pernas, temos agora uma plataforma plana projetada para não tombar e não precisar de um contrapeso, com rodas que se movem em qualquer direção. Suas dimensões são similares às de um palete padrão, facilitando o encaixe e movimentação dentro dos depósitos e em caminhões.

A nova base também comporta uma bateria maior, que promete autonomia para até oito horas de trabalho (o equivalente a um turno completo), ou 16 horas com a opção “alcance estendido”.

A máquina ganhou um braço giratório com uma garra para agarrar facilmente as caixas e movimentá-las em 360º ao redor da base. De acordo com a Boston Dynamics, é possível mover até 800 caixas por hora. Na mesma base do “braço”, há uma grande torre com os sensores 2D e de profundidade, responsáveis por fornecer as habilidades de visão e detecção de caixas do robô.

Além das funções principais, a base giratória do Stretch é modular, permitindo a conexão de outros acessórios diversos, como uma correia transportadora, um carrinho de palete, câmeras extras ou um leitor de código de barras, por exemplo.

A previsão é de que o robô comece a ser vendido em 2022 – por enquanto, o Stretch está em fase de testes com um protótipo avançado, mas que ainda requer ajustes.

Com informações: Ars Technica

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Sony confirma encerramento da PS Store no PS3, PS Vita e PSP | Jogos | Tecnoblog

A Sony confirmou rumores recentes e vai mesmo encerrar a PlayStation Store dos consoles PS3 e do PS Vita. Acesso à compra de jogos de PSP também será descontinuada, tudo em datas variadas. O rumor rodou a web na última semana e dava conta de que a medida seria tomada para focar no desenvolvimento de melhorias da loja para o PS4 e PS5.

Rumores apontam que PS Store (web e app) não mais mostrará jogos de plataformas antigas (Crédito: Divulgação/Sony)

Em seu comunicado oficial e no FAQ, a Sony explica:

Quem comprou qualquer conteúdo digital antes destas datas ainda poderá baixá-los pelo histórico da conta, sem problemas. Isso inclui não apenas jogos, mas DLC e conteúdo de vídeo e multimídia em geral.

Outro detalhe importante é que quem assina PlayStation Plus também poderá baixar normalmente qualquer game antigo resgatado pela conta, desde que continue com a assinatura ativa.

Além do óbvio desligamento total ao acesso da loja, quem ainda tiver um PS3 ou PS Vita não poderá mais resgatar códigos de qualquer tipo, nem mesmo de crédito da PSN, ou realizar novas compras após as datas mencionadas no comunicado.

Se alguém, por um acaso, ainda tiver saldo em suas contas, ele permanecerá disponível para quando o usuário decidir migrar para o PS4 ou PS5.

Jogos multiplayer, por enquanto, continuarão funcionando normalmente, ao menos os que ainda estão no ar. Estes games costumam ter servidores independentes e cabe a cada produtora decidir o tempo que ainda permanecerão online.

Com informações: Sony.

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Xiaomi Mi 11 Lite tem versão 5G e câmera tripla de 64 MP | Celular | Tecnoblog

A Xiaomi anunciou, nesta segunda-feira (29), o Xiaomi Mi 11 Lite. Apresentado ao lado do Xiaomi Mi 11i, o celular marca sua estreia com ficha técnica intermediária, câmera tripla de 64 megapixels, bateria de 4.250 mAh e edição com 5G. Os preços sugeridos dos celulares começam em 299 euros (cerca de R$ 2.025 em conversão direta).

Xiaomi Mi 11 Lite 4G (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O lançamento possui duas edições, ambas com tela de 6,55 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz. Ainda que os dois modelos contem com um pequeno recorte no display, o modelo com 4G possui câmera frontal de 16 MP enquanto a variante com 5G tem sensor de 20 MP.

O conjunto fotográfico triplo é outro ponto em comum entre os telefones. Além da câmera principal de 64 megapixels, os celulares da Xiaomi têm outros dois sensores de 8 megapixels (ultrawide) e de 5 megapixels (macro).

A ficha técnica do Mi 11 Lite 4G é formada pelo processador Qualcomm Snapdragon 732G e memória RAM de 6 GB. Na hora da compra, o consumidor pode optar pelas opções com armazenamento de 64 GB ou 128 GB.

Xiaomi Mi 11 Lite 5G (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A lista de especificações do Mi 11 Lite 5G, por sua vez, traz o novo processador Qualcomm Snapdragon 780G e armazenamento de 128 GB. Neste caso, é possível optar pelos modelos com 6 GB ou 8 GB de memória RAM.

A lista de especificações dos celulares fica completa com a bateria de 4.250 mAh e leitor de digitais na lateral. Os dois smartphones saem da caixa com Android 11 (MIUI 12).

Na Europa, o preço sugerido do Mi 11 Lite 4G começa em 299 euros (cerca de R$ 2.025). Já o modelo com 5G custa a partir de 369 euros (cerca de R$ 2.500). Até o momento, não há previsão de lançamento dos celulares no Brasil.

Xiaomi Mi 11i (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Além do Mi 11 Lite, a Xiaomi também apresentou o Xiaomi Mi 11i. Parecido com o Redmi K40 Pro+, o celular possui tela de 6,67 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. A câmera é tripla de 108 megapixels (principal), 8 MP (ultrawide) e 5 MP (macro). Para selfies, o sensor frontal possui 20 MP.

Por dentro, o lançamento traz o processador Qualcomm Snapdragon 888, 8 GB de RAM e até 256 GB de armazenamento. A bateria é de 4.520 mAh.

O Xiaomi Mi 11i chegará às lojas da Europa em duas edições, sendo uma com armazenamento de 128 GB, por 649 euros (cerca de R$ 4.395), e outra com 256 de espaço, por 699 euros (cerca de R$ 4.735). Não há previsão de lançamento do smartphone no Brasil.

Ainda nesta segunda-feira (29), a Xiaomi apresentou o Mi 11 Pro ao público chinês. O celular é parecido em alguns aspectos com a variante Ultra, mas deixa de lado a tela traseira, que pode ser usada tanto para selfies quanto para visualizar notificações.

Xiaomi Mi 11 Lite

Xiaomi Mi 11 Lite 5G

Xiaomi Mi 11i

Tela

AMOLED de 6,55 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), taxa de atualização de 90 Hz, taxa de amostragem de toque de 240 Hz e HDR10

AMOLED de 6,55 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), taxa de atualização de 90 Hz, taxa de amostragem de toque de 240 Hz e HDR10+

AMOLED de 6,67 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), taxa de atualização de 120 Hz e taxa de amostragem de toque de 360 Hz

Processador

Qualcomm Snapdragon 732G

Qualcomm Snapdragon 780G

Qualcomm Snapdragon 888

RAM

6 GB

6 GB e 8 GB

8 GB

Armazenamento

64 GB e 128 GB

128 GB

128 GB e 256 GB

Câmera traseira

– principal: 64 megapixels (f/1,79)

– ultrawide: 8 megapixels (f/2,2)

– macro: 5 megapixels (f/2,4)

– principal: 64 megapixels (f/1,79)

– ultrawide: 8 megapixels (f/2,2)

– macro: 5 megapixels (f/2,4)

– principal: 108 megapixels (f/1,75)

– ultrawide: 8 megapixels (f/2,2)

– macro: 5 megapixels (f/2,4)

Câmera frontal

16 megapixels

20 megapixels

20 megapixels

Bateria

4.250 mAh com recarga de 33 watts

4.250 mAh com recarga de 33 watts

4.520 mAh com recarga de 33 watts

Sistema operacional

Android 11 (MIUI 12)

Android 11 (MIUI 12)

Android 11 (MIUI 12)

Conectividade

porta USB-C, 4G, Bluetooth 5.1, Wi-Fi 5, GPS e NFC

porta USB-C, 5G, 4G, Bluetooth 5.2, Wi-Fi 6, GPS e NFC

porta USB-C, 5G, 4G, Bluetooth, Wi-Fi 6, GPS e NFC

Mais

leitor de impressões digitais na lateral, emissor de infravermelho e Gorilla Glass 5

leitor de impressões digitais na lateral, emissor de infravermelho e Gorilla Glass 6

leitor de impressões digitais na lateral e emissor de infravermelho

Dimensões

160,53 x 75,72 x 6,81mm

160,53 x 75,72 x 6,81 mm

163,7 x 76,4 x 7,8 mm

Peso

157 gramas

159 gramas

196 gramas

Cores

Truffle Black, Mint Green e Citrus Yellow

Boba Black, Bubblegum Blue e Peach Pink

Celestial Silver, Frosty White e Cosmic Black

Com informações: Android Police, XDA-Developers e Xiaomi (1 e 2)

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